Arquivo | fevereiro, 2012

FanSérie – Glee: Resumo 3×14 – On my way

29 fev

RESUMO:
Estou eu aqui mais uma vez para falar sobre o episódio mais recente de Glee. Na última terça-feira (21.02) foi lançado o episódio “3×14 – On my way”, que até agora foi o que mostrou ter mais carga emocional dentre os lançados nessa terceira temporada, segundo alguns fãs da série. O episódio começa com Sebastian tentando chantagear Rachel para que ela desista das Regionals facilitando o caminho para a vitória dos Warblers. Sue conta para Quinn que está grávida e recusa o retorno dela para as Cheerios.

Na cena seguinte, vemos Blaine apresentando um solo da música “Cough syrup“. E enquanto isso, em sua escola, Karofsky tem seu segredo descoberto pelos demais alunos e sofre com o preconceito deles. Como resultado disso, ele tenta se enforcar em sua casa. Will descobre através de Figgins o que aconteceu com Karofsky e conta para os membros do New Directions que quando era mais jovem tentou fazer o mesmo por achar que havia decepcionado seu pai ao colar em uma prova.

As Regionals começam e os Warblers são os primeiros a se apresentar. Em seguida, quem sobe ao palco é o Golden Goblets, um coral formado por alunos de um colégio católico. E por último, o New Directions se apresenta com “Fly & I believe I can fly” como uma apresentação em grupo, seguida por “What doesn’t kill you (Stronger)” como uma performance das Troubletones, e Rachel fechando com um solo na música “Here’s to us“. O resultado é divulgado pelos juizes e mais uma vez o New Directions conquista as Regionals.

Após o resultado da competição, Quinn consegue retornar as Cheerios e Kurt decide ir visitar seu novo amigo Karofsky no hospital e promete que o ajudará nessa nova fase. Finalmente haverá o casamento de Rachel e Finn, mas a garota não quer começar antes que Quinn chegue ao local da cerimônia. Ela manda mensagens para Quinn querendo saber onde ela está, mas antes que possa responder um carro vem na direção oposta dela e…
O episódio termina com um “To be continued” deixando o mistério o próximo que só irá ao ar no início do mês de Abril.
SPOILERS:
Como os episódios de Glee retornam somente no mês de Abril ainda não tenho nada de muito concreto para passar por aqui, mas vamos a algumas coisas que já saíram em alguns sites:

– Novo personagem: Já foi divulgado há alguns dias que Matt Bomer, que interpretou Neal na série “White Collar”, fará uma participação em Glee como irmão mais velho de Blaine no episódio “3×15 – Big Brother”
– Quinn: Também vazou em alguns sites uma foto com Dianna Agron em uma cadeira-de-rodas ao lado de Kevin McHale, mas não foi divulgado se é uma foto antiga (podendo ser do episódio da primeira temporada onde falam sobre as dificuldades de Artie por ser cadeirante) ou se tem algo a ver com o acidente sofrido por Quinn no último episódio.
– Músicas: Entre as possíveis músicas para o próximo episódio, rolaram alguns boatos que terá um dueto dos irmão Anderson em uma música da banda Duran Duran e as músicas seriam as seguintes:

– Rio / Hungry like a wolf (Duran Duran) cantada por Blaine e Cooper

– Somebody that I used to know (Goyte ft. Kimbra) cantada por Blaine e Cooper
– Fighter (Christina Aguilera) cantada por Blaine
– I’m still standing (Elton John) cantada por Artie e Quinn

– Up, up, up (Givers) cantada por Artie e Quinn

E como essa semana não tivemos nenhum vídeo promocional vou deixar aqui a apresentação das Troubletones e dos Warblers nas Regionals desse ano:
What doesn’t kill you (Stronger)


Glad you came

E então é chegada a hora de revelar a homossexualidade [+18]

28 fev
A primeira, e mais árdua, etapa da vida homossexual é a auto-aceitação. O jovem gay convive com o conflito sem poder dividi-lo com ninguém. Não há como requerer o ombro de um amigo, já que o próprio jovem ainda não entendeu que não há erros em ser gay. Nessa etapa, muitos jovens desistem e acabam se reprimindo ou dando um fim a própria vida. Seria plausível a apresentação de estatísticas para demonstrar esse índice, mas, infelizmente, no Brasil ainda não há monitoramento quanto a essa questão.

Após todas as implicações que a auto-aceitação traz, o jovem parte para a etapa de apresentação de sua verdade ao mundo. É aí que novos conflitos surgem: pessoas que não entendem a condição/opção sexual diferente e os jovens gays que não entendem o estranhamento alheio. No mundo perfeito todas as pessoas entenderiam o fato das outras terem modos diferentes de buscar a felicidade;

No entanto, hoje, no Brasil, no mundo como um todo, AINDA não é assim. É necessário entender que os pais não tem uma rápida aceitação. É normal ser feliz com pessoas do mesmo sexo, não é “normal” para as outras pessoas conviverem abertamente com isso. Indispensável é criar uma barreira, uma auto-defesa para os golpes que podem ser deferidos. Saber que possivelmente haverão rejeições é importante para que não hajam esmorecimentos ao decorrer do caminho.

Costumo dizer: você demora anos para se aceitar, não exija que os outros te aceitem tão rápido e naturalmente. Viva sem a intenção de agredir e chocar as outras pessoas. Seja feliz!

O meu nome é Gustavo Rodrigues, eu tenho 20 anos e orgulho de ser gay. Namoro com um garotão de 24 anos, mas ainda não tive a coragem necessária para contar aos meus pais. Contudo, não pretendo me abater com nada que tente barrar a minha felicidade.

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Conexão Qatar #3 : Ai se eu te pego, Qatar!

28 fev
Mulher no mercado local de Doha, usando uma típica Niqab ( Por Débora Komukai)
Me desperto com o toque do telefone, atendo e escuto uma voz estranha com um sotaque engraçado. São 7H da manhã, o tempo parecia estar mais nublado desta vez. Ando pelo quarto, ainda meio desnorteada. Acordo minha colega e começo a me arrumar. Após alguns minutos estava rodeada de amigos, tomando um suculento café da manhã. Entre algumas conversas e outras, reparo nas pessoas ao meu redor. Noto uma em especial, uma mulher com uma tradicional NIQAB –  véu integral que cobre completamente a cabeça e o corpo, deixando visível apenas os olhos. Já tinha visto várias mulheres com este traje no AL Souq, porém nunca tinha tido a experiência de vê-las comendo. 

Meu primeiro pensamento foi “como ela vai fazer para comer com a boca coberta?” – Aposto que você também pensaria algo assim. Fixei meus olhos de maneira discreta em sua direção. Reparo que o seu véu tinha uma abertura na parte da boca, como se fosse uma cortina, porém, era levantada de baixo para cima. E foi assim, deste modo que ela começou a comer. A cada colherada ela levantada discretamente uma parte do pano, deixando livre por alguns segundos, apenas a parte da boca. O processo era meio devagar e a moça parecia já estar acostumada com aquela situação. Entretanto, o que me deixou mais impressionada foi que a jovem não sujou nenhuma parte de suas vestes, nem o paninho que ficava na parte da frente do seu véu. INCRÍVEL! Como isso? Confesso que me sujo muito durante as refeições, se eu estivesse no lugar dela, sem dúvidas, no mínimo já teria lambuzado toda a parte da frente da minha roupa.
Jamilas (Lindas)

Pronto, chega de olhar a vida alheia, tinha que me preparar para sair. A vida não parava em Doha. Subo correndo para o meu quarto com mais três amigas. Quando já estava quase abrindo a porta escuto uma delas gritando “Que isso, abre logo, vai vai”, viro o olhar e vejo uma figura bizarra próximo ao meu grupo. Era um rapaz, de aparência indiana, de cueca samba canção e camiseta, dizendo “COME HERE, COME HERE”. Ele estava bêbado ou levemente alterado. Um funcionário do hotel passou e começou a brigar com ele. Eu e minhas amigas entramos correndo e rindo, pois isso sim, é algo que não se vê todo dia. (Me lembrei,rapidamente, do personagem Raj da série The Big Bang Theory. E tudo parecia estar certo… Ou não.



Labirinto histórico, Al Souq ( Por Débora Komukai)

Mais um dia na Cidade da Educação e foi neste dia que fomos separados em grupos de trabalho. Cada grupo levava o nome de uma cor e tínhamos a missão de fotografar um tema escolhido para uma apresentação no final da viagem. Todos os alunos receberam uma câmera fotográfica profissional, tínhamos a liberdade de fotografarmos o que quisesse. Aliás, devíamos registrar todos os momentos. Talvez, a parte mais difícil da viagem foi este começo. Já que basicamente todos os times eram compostos por três nacionalidades diferentes, brasileiros, qataris e americanos em um único ciclo. A barreira linguística e cultural era visível, mas ao mesmo tempo foi boa, já que por conta deste “obstáculo” as pessoas pareciam prestar mais atenção nas palavras e nos gestos do próximo.

Após algumas dicas de fotografia e de inúmeras fotos, voltamos para o almoço.


Preparei aquele prato cheio de sustância para aguentar o dia, e quando estava pronta para devorá-lo, um homem me cutucou e pediu para eu e minhas amigas acompanhá-lo até o hall do hotel. Nos deparamos com um grupo de pessoas de aparência séria. Entre eles estavam o diretor e o dono do estabelecimento. Eles pediram desculpas pelo ocorrido da manhã. Explicaram que o Qatar era um país extremamente seguro e que aquilo era algo muito raro de ocorrer, e ainda disseram que o nosso vizinho de quarto, o bêbado, havia sido expulso do hotel por conta daquele ato. Ficamos até sem palavras, não achávamos que uma atitude daquela ia gerar tudo isso. Uma reunião e pedidos de desculpa ao vivo só por nossa causa? É, nem tudo dá em pizza, Brasil.



Prédio comercial do centro de Doha ( Por Débora Komukai)

Neste mesmo dia saí para fazer compras pelo mercado local. Descobri que aquele solzinho bonito que avistava da janela era uma farsa! Passei um frio extremo. O vento era cortante. As qataris me apareceram com um chocolate quente, que não era chocolate quente. Aliás, até hoje não sei o que era aquilo, mas seja lá o que for me aqueceu e estava bom!



Estudantes Qataris ( Por Débora Komukai)
Na volta, o ônibus foi separado por sexo. E foi aí que tivemos a chance de descobrir quem eram as verdadeiras meninas que estavam conosco. Elas mudaram ao perceberem que estavam rodeadas só com mulheres. Fomos cercadas de perguntas, dançamos juntas, cantamos e ensinamos a elas alguns hits brasileiros, entre eles a famosa música de Michel Teló “Ai se eu te pego”. Podem me falar mal, dizer que isso é horrível, que isso não é cultura, etc. Ensinamos mesmo essa música para elas, não ligo, não rotulo ninguém. Só vivo o momento e tento tirar deles a melhor história para ser contada. Por que a alegria que sentimos ao ver aquelas meninas dançando livremente, é o que marcou, é o que vale a pena.

Eu e Khalid  , ” Mãe , fui comprada por um Sheik”

فر ح    
(Farah , alegria)


Hey, você: perdeu algum episódio do Conexão Qatar?
Veja aqui:



SWEDEN ROCK FESTIVAL: Heavy Metal em terra vinking!

27 fev
O frio da Suécia parece não desanimar a ida de inúmeros headbangers, todos os anos, para o maior festival de rock e metal deste país nórdico, o Sweden Rock Festival, que é realizado anualmente desde 1992.
Cartaz da edição de 2012.
A exemplo do Wacken Open Air, maior festival de Heavy Metal do mundo que é realizado anualmente na Alemanha, uma das características do Sweden é a grande variedade de bandas dos mais diferentes subgêneros. Têm Hard Rock, Grunge, Heavy Metal, Black Metal, Power Metal entre outros.
Line-up de 2012 traz como headliners Mötley Crüe, Soundgarden, The Darkness e o Motörhead, além de Sebastian Bach, Dimmu Borgir, Gotthard, Edguy e SteelPanther e muitas outras. A lista completa é grande e você pode conferi-la aqui.
Uma das novidades do festival a partir deste ano é que foi liberado o uso de câmeras fotográficas e filmadoras dentro da área do Festival.
Faltam exatos 100 dias para a realização da 21ª edição do Sweden Rock Festival. Ele será realizado entre os dias 6 a 9 de Junho, em Solvesborg (SUE).
Abaixo um trecho da apresentação da banda Sataton que tocou no Sweden de 2010 e que tocará novamente este ano:

O destaque especial vai para a banda inglesa The Darkness que voltou à ativa no ano passado, além da sempre divertida Steel Panther, que parodia as bandas de Hard Rock/Glam Metal dos anos 80/90:

Abaixo a multidão que contempla o festival, além da localidade de Solvesborg no mapa suéco:
O grande público.
Mapa da Suécia com a cidade de Solvesborg
em destaque.

O Leitor

26 fev
 “Aos 15 anos eu tive hepatite. A doença começou no outono e terminou na primavera. Quanto mais frio e escuro o velho ano se tornava, mais fraco eu ficava. Só com o novo ano houve uma melhora. Janeiro foi quente, e minha mãe virou minha cama em direção à varanda. Eu via o céu, o sol, as nuvens e ouvia as crianças brincando no pátio”. Trecho de O Leitor

Traduzido para 39 línguas, o livro O Leitor, do escritor alemão Bernhard Schlink, é um dos livros alemães mais aclamados nacional e internacionalmente. Ganhador de diversos prêmios, inclusive o Prêmio de Literatura do Die Welt, ganhou uma versão cinematográfica em 2008.

O Leitor relata a história de Michael Berg, um menino de quinze anos, que se envolve amorosamente com uma mulher vinte anos mais velha, Hanna Schmitz. Hanna, uma mulher madura, sensual e autoritária, o inicia no amor, mantendo com ele encontros que decorrem como um ritual: ele lê em voz alta clássicos da literatura, ela escuta, os dois tomam banho e finalmente fazem amor. Esse ritual se repete por muito tempo, até o dia em que ela subitamente desaparece da vida de Michael.

Anos mais tarde, Michael se torna estudante de Direito e ao assistir um julgamento, ele vê sua ex-amante no tribunal, envolvida em um processo de acusação a ex-guardas dos campos de concentração nazista da Segunda Guerra Mundial. Inicia-se, então, uma relação ainda mais dolorosa, com o peso da responsabilidade de julgar a geração anterior pelos crimes do passado. Hanna, no entanto, esconde um segredo que pode mudar o curso do julgamento, algo que ela considera mais vergonhoso do que matar.

Este livro é uma reflexão concisa e pungente do passado da Alemanha. É uma obra provocante, que levanta mais questões do que as responde e que faz com que o leitor se pergunte se o culpado de um crime é sempre “quem aperta o gatilho”, ou se crimes são responsabilidade de toda uma sociedade. Schlink faz com que o leitor simpatize com Hanna de tal modo que se acaba por torcer para que a vilã tenha um final feliz.

Bernhard Schlink

Realista e cheio de cenas emolduradas por fortes emoções, O Leitor retrata o sentimento de culpa, as dores não cicatrizadas da guerra na Alemanha, nazismo e conflitos raciais, e o papel da família na vida de jovens. Mas acima de tudo, o livro retrata como a ignorância pode levar as pessoas a cometerem os mais insanos atos, sem terem consciência de suas atitudes. O livro mostra, também, um outro lado: que essas pessoas talvez sejam tão responsáveis pelos seus atos quanto os seus mandantes, quando não se esforçam para entender as consequências de seus ações e, por conseguinte, não evitarem o pior. Apesar das diversas cenas surpreendentes da história, o segredo de Hanna dá para ser deduzido muito cedo, quebrando o suspense e o mistério, aparentemente tão bem velados. Ainda assim, esse é um bom livro, com descrições secas e narrativa sucinta; perfeito, para quem aprecia esse estilo.

Título: O Leitor
Autor: Bernhard Schlink
Editora: Record
Ano de lançamento: 2009
Número de páginas: 235

A Mulher De Preto

24 fev
Após 10 anos interpretando o bruxo mais famoso do mundo, Daniel Radcliffe resolveu seguir o caminho do suspense. Predominando o sobrenatural, “A Mulher de Preto” (The Woman In Black) chega aos cinemas brasileiros nessa sexta (24/02).



No longa, Radcliffe interpreta um advogado viúvo e pai solteiro de Londres chamado Arthur Kipps, o qual está quase perdendo o emprego devido a morte da esposa o ter desestabilizado emocionalmente. Para isso, Kipps é mandando para uma cidade do interior da Inglaterra para cuidar dos papéis de um cliente recém-falecido e dono de uma mansão. Lá chegando, o jovem advogado começa a descobrir segredos do passado da cidade, além de ser assombrado por uma misteriosa mulher de preto.


O filme é baseado no livro de Susan Hill e já foi transportado para as grandes tela uma vez, em 1989. Apesar de não ter recebido ótimas críticas pelos especialistas, é uma boa pedida para os fãs que cresceram com Harry Potter e querem ver os atores caminhando para outros gêneros.

Bom filme!

Elenco: Daniel Radcliffe, Janet McTeer, David Burke, Shaun Dooley, Ciarán Hinds, Alisa Khazanova, Sidney Jhonston, Mary Stockley, Alexia Osbourne
Direção: James Watkins
Duração: 120 minutos
Distribuidora: Paris Filmes
Gênero: Suspense

The Blue Lagoon: Um paraíso na Islândia

23 fev

Esta lagoa extremamente azul, desperta o turismo na desconhecida península de Reykjanes. Apesar de estar situada bem próximo ao Polo Norte, ainda podemos compará-la ao longa-metragem A Lagoa Azul.

A exuberante e viva coloração da água tem explicação geográfica. A The Blue Lagoon se formou no único local do planeta onde oceanos subterrâneos afloram ao nível do solo. Essas águas provêm das profundezas e com isso, emergem a uma temperatura entre 36°C e 39°C. Daí o seu potencial turístico, uma vez que o país possui temperaturas máximas em torno dos 15ºC em seus meses mais quentes.

Com todos esses atrativos, não poderia faltar um dos mais concorridos hotéis do país, o The Blue Lagoon. Com arquitetura perfeita, o local tem como atração principal suas águas que além de quentes possuem propriedades medicinais. Este resort oferece aos hóspedes além dos banhos na fonte natural, relaxamento em saunas, salões de massagem e banhos de vapor geotermal. Afora, abriga também alguns bares e restaurantes mais badalados do país.

Abaixo seguem mais algumas imagens: