Arquivo | julho, 2012

Resenha: O Sol É Para Todos – Harper Lee

30 jul

Harper Lee é uma escritora estadunidense, nascida no Alabama, filha de uma dona de casa e de um advogado. Seu único livro, O Sol é Para todos (em inglês, To Kill A Mockingbird) publicado em 1960, ganhou o prêmio Pulitzer e em 2007, uma medalha presidencial da Liberdade por suas contribuições a literatura. Além disso, a obra foi eleita pelo Librarian Journal como o melhor romance do século XX e está na lista de 100 melhores livros feita pela BBC.
O livro é contado por Jean Louise Finch, uma mulher que relembra sua infância em Maycomb, uma minúscula cidade fictícia do Alabama, sul dos EUA, durante a Grande Depressão. Jean Louise (ou Scout como era chamada) vivia com seu irmão Jem, seu pai Atticus, um advogado de renome, e a cozinheira Calpúrnia que ajuda o viúvo Atticus a cuidar de seus filhos. Scout leva uma infância despreocupada repleta de brincadeiras junto ao seu irmão e ao seu novo amigo Dil, o sobrinho de sua vizinha, recém-chegado em Maycomb. Dentre essas aventuras, a que mais desperta interesse nas crianças é ir até a velha casa da familia Radley, tentar descobrir sobre a existência de Arthur “Boo” Radley, o primogênito dessa família que está trancando em casa há muitos anos e ninguém sabe o por quê.
            A vida normal e despreocupada se transforma bruscamente quando Atticus Finch é designado para defender o caso de Tom Robinson, um negro acusado injustamente de estuprar uma mulher branca. A inocência infantil de Scout muda de maneira brusca quando ela percebe a verdadeira face da sociedade em que vive.
            Preconceito, descriminação racial, hostilidade e até mesmo violência. Tudo isso é transmitido para o leitor através do olhar de uma criança que mal entrou na escola. Scout e seu irmão Jem, que foram educados pelo pai de maneira honrosa e justa, a principio ficam confusos pela situação – Se o homem é mesmo inocente por que ninguém acredita nele e em Atticus? Ou ainda, por que o tratam tão diferente? Não nos ensinaram que todos são iguais? – Ainda perdidos em meio a essa confusão, a família Finch passa a ser hostilizada pelos outros moradores da cidade devido a escolha de Atticus de defender Tom Robinson.
            O Sol é Para Todos é uma obra com um lado humano muito forte. Consegue despertar uma grande revolta no leitor e ao mesmo tempo abrir espaço para a emotividade. As crianças são obrigadas a amadurecer muito rápido para conseguir lidar com a situação e não há como não admira-las por isso. Harper Lee escreveu sua única obra baseada em memórias de sua própria infância, ou seja, a maneira como Scout se expressa, se comporta e lida com a situação, tudo isso tem uma base real que torna a personagem e o livro ainda mais cativantes. Clássico, indispensável e com um desenrolar surpreendente.
Recomendação pessoal: Assistir o filme O Sol é Para Todos. Bastante fiel a obra, foi lançado em 1962, com Gregory Peck no papel de Atticus Finch, o que lhe rendeu um Oscar de melhor ator.
Título: O Sol é Para Todos (To Kill A Mockingbird)
Autora: Harper Lee
Editora: José Olympio
Ano da primeira dessa edição: 2000
Número de páginas: 364 


Por: Virgínia
De: Natal -RN
Email: virginia@revistafriday.com.br

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iFriday – "Vamo fervê!"

30 jul

Eae galera como é que vocês estão?! Durante os dois últimos meses eu estive de férias e o que eu mais fiz pra aproveitá-las foi curtir umas baladinhas nas noites paulistanas com os bons amigos, né?! Então embalado por essa overdose de música alta e gente se pegando, o Ifriday de hoje será de músicas de balada.


Pra começar a nossa lista de hoje, vamos com uma música que eu conheci em uma baladinha lá em Pinheiros durante mais um dos eventos alternativos com meu fiel companheiro de baladas Pedro. Fiquem com “I’m the best” das sul-coreanas do 2NE1. 





Outra que eu vi colocando todo mundo pra dançar nos últimos meses na pista foi a parceria de Jennifer Lopez com o rapper Pitbull em “On the floor”.





Outra parceria do rapper Pitbull que tem tocado muito nas pistas de dança é “Give me everything”, que conta com a participação de Ne-yo, Afrojack e Nayer. 






Alcançando a posição de nº 1 nos quatro cantos do mundo, a dupla do LMFAO aparece aqui no iFriday dessa semana com a música “Party Rock Anthem”.






E quem num dançou muito por aí com “Like a G6”, uma parceria do Far East Movement com a Dev e os caras do The Cataracs?!





Essa já está “ultrapassada” até, mas vale a penas incluir ela na lista de hoje. O próximo vídeo é de “Judas” da Lady Gaga.


Da Suécia direto para as pistas de dança do mundo, quem aparece por aqui agora é o Swedish House of Mafia com “Save the world”.


Uma música que é bem dançante também e muito tocada por aí é “Only girl (in the world)” da Rihanna.





Quem anda bombando por aí também é a Nicki Minaj com “Starships”.





Claro que o DJ sensação não poderia estar de fora da nossa lista. Quem aparece por aqui agora é o David Guetta em parceria com o Usher em “Without you”.






Vindos direto da terra da rainha, os caras do The Wanted estão fazendo bastante sucesso aqui no Brasil com “Glad you came”.





E pra fechar a nossa lista de hoje, ninguém melhor que a líndissima da Beyoncé com a música “End of time”.




Por: Renan Amorim
De: Diadema-SP
Email: renan@revistafriday.com.br

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FanSérie – The Glee Project: 2×08 – Tenacity

28 jul

Olá pessoas, como é que vocês estão?! Hoje eu tô aqui mais uma vez para falar sobre o que rolou no último episódio de The Glee Project. O tema do episódio que foi ao ar na terça-feira (24.07) foi tenacidade e como tarefa de casa, os participantes precisaram preparar uma performance para a música “Survivor”.


Os participantes ficaram muito excitados com a música que tiveram que apresentar para Amber Riley, a convidada da semana que escolheu Ali como a vencedora da tarefa de casa e com isso mais uma vez ela ganhou destaque no vídeo da semana que foi “Eye of the tiger”, da banda Survivor. O vídeo teve uma dificuldade maior para os participantes pois ele seria gravado em uma única tomada.


Depois 33 tentativas frustradas, eles conseguiram gravar o vídeo. Como sempre três foram escolhidos para se apresentar para Ryan naquela noite: Michael, por novamente ter mais dificuldade que os demais durante as sessão com Nikki no estúdio; Abraham por não ter tido um bom desempenho durante a gravação dos vocais e também do vídeo; e Lily Mae por não conseguir misturar sua voz com a dos demais durante a gravação dos vocais.


A lista de música e o vídeo de despedida do eliminado da semana vocês conferem abaixo:


Survivor (Destiny’s child) cantada por todos os participantes;
Eye of the tiger (Survirvor) cantada por todos os participantes;
Brick (Ben folds five) cantada por Michael;
Man in the mirror (Michael Jackson) cantada por Abraham;
I am the greatest star (do musical Funny Girl) cantada por Lily Mae.




Por: Renan Amorim
De: Diadema-SP
Email: renan@revistafriday.com.br

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RESENHA: Desejo e Reparação

27 jul
Todo mundo, uma vez na vida, fez ou falou algo que resultou em um arrependimento. Com Briony Tallis (Saorsi Ronan) não foi diferente, em “Desejo e reparação”, filme baseado na obra do escritor inglês Iwan McEwan.

A primeira parte do filme se dá na Inglaterra dos anos 30. Briony é a filha caçula, prepotente, mimada e aspirante a escritora da família Tallis, que, movida por curiosidades e ciúmes, conecta (de forma equivocada) vários acontecimentos entre entre sua irmã mais velha Cecilia (Keira Knightley) e Robbie Turner (James McAvoy), filho de uma das empregadas da mansão da família. 

Após ser acusado de estupro, a vida de Robbie é destruída, passando anos na prisão, sendo libertado somente para se juntar ao exército durante a Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, Cecilia fica tão revoltada com toda a história que corta relações com a família e sai de casa para virar enfermeira e cuidar dos feridos da guerra enquanto espera pela volta de Robbie.

Depois de crescida, Briony (agora, interpretada por Romola Garai e Vanessa Redgrave), não consegue mais conviver com o peso da culpa e, visivelmente arrependida, tenta conseguir o perdão da irmã, abandonando todos os planos de se tornar uma grande escritora para se tornar também enfermeira.

E notável o crescimento na qualidade das produções cinematográficas britânicas. O filme possui direção de Joe Wright (Orgulho e Preconceito) e, apesar de todas as críticas que se possa fazer a adaptações de livros para o cinema, “Desejo e Reparação” não fica desejar. Eles conseguiram retirar as informações necessárias para formar uma narrativa consistente e coerente à história original.



Com várias indicações para o Oscar e Globo de Ouro, “Desejo e Reparação” não é um dos filmes de época, guerra ou drama tradicionais. E isso você só vai descobrir quando assisti-lo.


Bom filme, então!


Elenco: Keira Knightley, James McAvoy, Romola Garai, Saoirse Ronan, Brenda Blenthyn, Vanessa Redgrave, Juno Temple.
Diretor: Joe Wright
Gênero: Drama
Duração: 130 min.
Ano: 2007

Por: Natália Farkatt
De: Natal-RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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Conexão Dublin: a chegada!

26 jul
Rumo à  Holanda, conexão para Dublin


E ai pessoal, como vocês estão? 

Mando este post diretamente de Dublin, Irlanda. Olha, a cidade é maravilhosaa!!! Logo nos primeiros minutos que pisei aqui, fiquei encantada com as ruas (espírito de arquiteta?). Mesmo com uma recepção chuvosa de Ireland, tudo aqui é lindo!!! Como esta semana e a próxima serão bem corridas devido as documentações que preciso ir atrás, hoje vou compartilhar com vocês minha chegada aqui no Velho Mundo!

Meu voo foi tranquilo, apesar de nunca ter andado de avião. A decolagem é bem parecida com montanha russa, sabe? A aeronave pega um impulso louco para sair do chão, inclusive me deu um tremendo frio na barriga. Pensei que fosse vomitar, porque senti uma sensação muito estranha, mas foi apenas por alguns minutos. Por sorte, encontrei uma brasileira antes de entrar no avião que me deu 2 comprimidos de dramin – esqueci de comprar no Brasil   ¬¬’


Comprei as passagens da companhia aérea holandesa KLM e não tenho nenhuma reclamação a fazer! As aeromoças são muito simpáticas – e bonitas. Ah, elas não falam português, apenas um simples, mas importante, “obrigada” ou “tchau”. Quanto às refeições do voo, as comidas são maravilhosas!!! Sai de Guarulhos às 19h15 e depois de alguns minutos no ar, o jantar já foi servido. As opções eram frango ou macarrão. Como queria evitar passar mal ao comer algo pesado, optei pelo chicken, que veio com salada e bolo de limão. Olha ai:

Franguinho com direito a salada e sobremesa

Depois que as aeromoças passaram para o outro lado do avião, vi que elas também serviam vinho – e o melhor: também está incluso na passagem! Como queria capotar depois da janta para o tempo passar rápido, 11 horas de voo, tomei um copinho do Red Wine:

Quanta elegância! 😉

A parte de entretenimento deles é muito boa. Pude assistir filmes recentes como “Jogos Vorazes” e “O Artista”. Tem legenda em português, mas como queria entrar no clima da viagem, infelizmente não achei a legenda em inglês. Além dos filmes, também há games e música! Nem lembrei de pegar meu MP3, confesso! 


Ao amanhecer, as aeromoças serviram o breakfast. Uma delícia de omelete, muffin, salada de frutas e um pãozinho. Para minha tristeza não tinha chocolate quente, e como podia escolher suco, café ou água para beber, escolhi a 1ª opção.

Maravilha de café da manhã

Vale comentar que, durante a madrugada, quem estava acordado ganhou sorvete de chocolate. Fantástico! Não tirei foto porque tinha acabado de acordar e nem lembrei da câmera, que esteve comigo todo momento.


Fiz a conexão para Dublin em Amsterdam. Pensei que o de Cumbica fosse grande, mas ao  chegar em Schiphol, fiquei impressionada. Tem até esteiras para ajudar as pessoas a se locomoverem mais rápido. Filmei um rápido vídeo para vocês terem uma ideia. Desculpa pelos errinhos de português e o áudio baixo, mas estava nervosa – ansiosa.

Como é incrível ver uma cidade por cima! Tive a sensação de ter visto uma maquete gigante com minúsculos carros e casinhas. Vi até castelo sobrevoando a Holanda, mas fiquei tão maravilhada com a imagem que não lembrei de bater foto, a não ser esta:

A bela Amsterdam

Apesar de ter sido recepcionada com a famosa garoa de Dublin, a cidade não perdeu o encanto! Posso antecipar que tudo aqui é lindo. Os detalhes deixarei para a próxima semana!  


See you guys! 😉

Welcome to Dublin!

Por: Mariana Perez
De: Dublin – Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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Command6

25 jul

“O nome da banda surgiu da palavra ‘Comando’, porém por questões de registro precisou ser alterado e após algumas modificações passou a ser esse. O número 6 representa a simbologia que acreditamos e o que gostamos de pensar” – diz Bruno Luiz, guitarrista da banda Command6, e, para quem acha que o Metal está extinto, é porque ainda não os conhece. A banda paulistana formada por Wash (vocal), Bruno Luiz (guitarra), Attillio Negri (guitarra), Johnny Hass (baixo) e Bugas (bateria), trabalha para que o Metal vá além dos limites do gênero, tendo grandes influências como Sepultura, Judas Priest e Slipknot.

Amigos há muito tempo, a banda que se iniciou em 2008 teve constantes mudanças positivas tanto na amizade como no profissional, como completa Bruno: “Já éramos amigos. O que muda constantemente é a maneira de enxergar as coisas. Você precisa estar preparado para tentar entender qual será o melhor caminho a se seguir pela frente. No começo, não tínhamos o costume de pensar em tantas coisas além de tocar a melhor música que podíamos”. Hoje em seus shows, procuram manter a amizade com os amigos ‘das antigas’, tanto que sempre no final das apresentações o Bruno contou que sempre rolam as típicas ‘jams’, em que eles convidam seus amigos para tocarem no palco com eles. E ainda rola a convite para os amigos irem até os ensaios – “Nós achamos extremamente necessário manter esse costume de praticar ‘covers’ nos nossos ensaios, pois isso os torna mais divertidos” – diz Bruno.

Com apenas cinco meses de carreira, os caras já lançaram logo seu primeiro material expressivo, o álbum “Evolution?”, e para Bruno Luiz “O ‘Evolution?’ por si só, foi a maior porta que conseguimos abrir! O que aconteceu depois disto foi consequência de um trabalho em grupo e tentamos aproveitar cada momento aquela época”. As letras das músicas desse CD são frutos da mente de Wash, que é louco por natureza. Eles procuram passar nas canções um incômodo e a vontade de provocar mudanças baseadas em política e filosofia.
Após o lançamento do primeiro disco, a Command6 saiu em turnê por todo Brasil, fazendo diversos shows em vários estados, o que fez com que a banda ganhasse ainda mais fãs e sua página do Facebook passasse de mil curtir. 
Além de tanto sucesso, a banda já dividiu o palco com uma banda que, além de grande influencia, é grande ídolo para os caras: Angra! E melhor do que só dividir o palco, receberam vários elogios do Rafael Bittencourt (principal compositor da banda) – “Não existe satisfação maior do que ser reconhecido por um ídolo” – diz Bruno – “O Angra sempre será uma das maiores bandas de Metal brasileiro e eu me sinto honrado por ter dividido o palco com eles” – completa. E bota honra nisso, hein?
Command6 foi revelação em 2009 e, no mesmo ano, participou da Expomusic, tendo destaque em 2010 pela revista Roadie Crew, além de terem feito parte da coletânea da Revista 77, participado do programa Backstage (Kiss FM) e terem sido entrevistados pelo site Whilpash Net (que é especializado em Rock e Metal).
Mas eles ainda não param por aí e pelo visto nem pretendem parar! “O que mais queremos agora é ter a oportunidade de levar a nossa música para outras cidades do Brasil. Além disso, estamos tendo mais contato com pessoas do exterior e é a nossa maior pretensão: levar o Metal brasileiro para todos os lugares do mundo. Então temos bastante coisa para fazer (risos)”. E com esse potencial e sucesso todo, é claro que a batalha valerá muito a pena. 
Hoje, a banda comemora quatro anos na ativa e lança seu segundo álbum, o “Black Flag”, que está disponível para download.

CONHEÇA A COMMAND6:

Por: Mayara Munhós
De: São Bernardo do Campo – SP
Email: may.munhos@gmail.com // 8kproducoes@gmail.com

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Vamos falar um pouquinho sobre teatro?

25 jul
Shakespeare aprova isso.

Te.a.tro sm (lat theatru) 1 A profissão de ator ou de atriz. 2 Lugar onde se verifica qualquer acontecimento notável. 3 Obra escrita para instruir sobre certos princípios.


Falar de teatro não é tão simples assim. Cada um tem uma visão completamente diferente sobre a 5ª arte. Alguns consideram isso sua profissão, outros entretenimento, outros ferramentas para ajudar no convívio com outras pessoas, alguns acreditam que é o caminho mais rápido para Malhação e muitos nem ligam pra isso.

Mas, como nem tudo na vida é fácil mesmo, aceitei o desafio e estou aqui para falar um pouco sobre essa coisa toda de atuações, montagens, espetáculos, esquetes e a minha parte favorita, musicais! Sim, darei uma bela ênfase em musicais, mas isso não significa que não vou passar por outros gêneros!

Outra coisa legal é que eu pretendo exterminar desculpas como ‘Gosto de ir ao teatro, mas é tão caro…’ Não é não! Basta saber onde achar uma peça boa e barata e, muitas vezes, até gratuita. Vou procurar dar dicas sobre esse tipo de espetáculo, onde ir, sobre o que falam as peças e afins. Vamos colocar um pouco mais de cultura nessa vida! Claro que nem todas as peças são baratas, mas muitas vezes vale a pena gastar um dinheirinho a mais para ver uma coisa diferente.

Enfim gente, se vocês quiserem conhecer um pouco mais sobre teatro, estarei aqui toda quarta feira só para isso! 

Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo – SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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