Arquivo | novembro, 2012

O Clube dos Cinco

30 nov
Não importa a década, todo mundo sabe que ser adolescente não é fácil. Muitas mudanças, muitas informações a serem captadas e muito aprendizado sobre a vida começa nessa fase. Foi isso que o diretor John Hughes quis passar com o filme “Clube dos Cinco”.

John, Allison, Andrew, Claire e Brian são cinco jovens do Ensino Médio que, por castigo, tem que passar um sábado inteiro na escola e fazer uma redação de mil palavras com o tema “quem sou eu?”, só que o problema é que nenhum deles sabe quem realmente é.

Os adolescentes são os retratos dos estereótipos de uma escola qualquer: A patricinha, o nerd, o atleta bonitão, o rebelde e a esquisitona. No início, todos eles se comportam como o esperado, porém, no desenrolar da história há a quebra de todos os rótulos construídos.

O primeiro conflito que os protagonistas tem que enfrentar é a redação explicando sobre eles mesmos, o que é algo muito difícil para alguém (principalmente na adolescência) de ser feito. A princípio, eles não interagem muito entre si e conversam apenas trivialidades do dia-a-dia. A longo do dia, eles começam a estabelecer mais contato e se sentem à vontade para falar de tudo aquilo que os incomoda e que os tornaram aquilo que são.

Pressão dos pais para ser o melhor da classe, ser durão para impressionar o pai, esconder a virgindade para ser aceita são alguns temas abordados na história. Basicamente, o filme aborda de forma simples e leve alguns dos problemas da adolescência e provoca pais, professores e alunos.

Elenco: Emilio Estevez, Paul Gleason, Anthony Michael Hall, John Kapelos, Judd Nelson, Molly Ringwald
Direção: John Hughes
Gênero: Drama
Ano: 1985


Por: Natália Farkatt
De: Natal – RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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Conexão Dublin: Vamos patinar no gelo?

23 nov
Momento da foto: cuidado pra não escorregar!!!
Logo no começo da semana, descobri que eu e meus flatemates iríamos patinar no gelo na quinta-feira. Não pensei duas vezes e já aceitei o desafio – mesmo não tendo patinado antes. Aliás, a experiência mais próxima que tive foi com meus patins no Parque do Ibirapuera. Então pensei “deve ser igual” – em tese apenas, porque na teoria…

O I-Skate fica no local de eventos RDS, em Ballsbridge, Dublin 4. Chegamos para a primeira sessão, às 15h10. Pagamos 12 euros para patinar durante 1 hora, mas como demos sorte e a pista estava praticamente vazia, o monitor nos deixou ficar o tempo que quiséssemos. Estávamos em um grupo de 9 pessoas + outros 4 visitantes. Conseguimos aproveitar bastante nosso tempo lá!


Chegamos meu povo!!!
Assim que colocamos os patins, a primeira pista foi aberta. Levando o nome da Disney, a primeira parte é reservada para as crianças. Para ajudar os pequeninos a se equilibrarem, a pista possui pequenos apoios em formato de pinguim e foca. E é lógico que não passamos em branco!

Logo após uma corrida de focas

Todos congelando com as focas e pinguins

Ps: ele não parece aquele desenho Pingu, que passava na TV Cultura?
Após o aquecimento na área das crianças, fomos convidados a patinar na pista maior, para adultos. Confesso que tremi na base, mas já que estava ali mesmo… Primeiro que era gelo de verdade, não aqueles plásticos ou imitação barata, sabe? Congelei de frio e de medo. Acho que, de todo meu tempo patinando, 85% fiquei perto da borda. E o medo de cair e me esborrachar toda? No início, fui com o pensamento que “estarei no gelo, qualquer coisa, já fico por lá mesmo”, mas me falaram que se ficar muito tempo em contato direto, o gelo também queima. “Pronto, to f*****!”.

Que frio da bexigaaa!!!! haha
Poxa, mandava até que bem no patins – não precisava ficar escorada em nenhuma parede para andar – mas no gelo, as coisas foram bem diferentes. Nunca amei tanto a palavra “quase” no quesito queda no gelo! Devo ter sambado umas 8 vezes para não cair, ao contrário dos meus amigos que vira e mexe esborrachavam no chão. Sim, não aguentava e ria dos tombos gigantes. Mas também, eles mandavam bem no equilíbrio. 

Deve ter doído!

Aquecimento para pegar o jeito!

Fazendo pose, claro!
Saímos de lá umas 17 horas e mega cansados. Meus pés doíam demais e só conseguia pensar em um banho mega quente. Posso dizer que foram 12 euros muito bem utilizados. Pretendo voltar em breve, mas desta vez, para esborrachar no gelo! Afinal, voltei para casa sentindo falta disso! Patinar também me fez pensar no frio que estão falando, -20ºC, e em comprar um blusão bem mais grosso! É meus caros, não está fácil para ninguém! haha

Fotos: Romaric Pouliquen – o francês abrasileirado
            Mariana Perez – a brasileira irlandesada


Por: Mariana Perez

De: Dublin – Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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Poema: Bluebird – Charles Bukowski

19 nov
Poema retirado do livro The Last Night of the Earth Poems. Santa Rosa CA: Black Sparrow, 1992.

Há um pássaro azul no meu peito que
quer sair
mas eu sou duro demais pra ele
eu digo, fica aí, não vou
deixar ninguém te
ver

Há um pássaro azul no meu peito que

quer sair
mas eu meto uísque nele e dou um 
trago no meu cigarro
e as putas e os garçons
e os balconistas dos mercados
nunca percebem que
ele está
aqui dentro

Há um pássaro azul no meu peito que
quer sair
mas eu sou duro demais pra ele
eu digo, 
fica quieto, você quer zoar
comigo?
Quer ferrar com meu
trabalho?
Quer acabar com a venda dos meus livros na
Europa?

Há um pássaro azul no meu peito que
quer sair
mas eu sou esperto demais, só o deixo sair
à noite, às vezes
enquanto todo mundo está dormindo
eu digo, eu sei que você está aí
não fique
chateado
então o ponho de volta
mas ele canta um pouco
aqui dentro, não o deixei realmente
morrer
e dormimos juntos 
assim
no nosso
pacto secreto
e isso é o bastante pra
fazer um homem
chorar, mas eu não
choro, você
chora?

Recomendação Pessoal: Existem ótimos videos e animações que foram feitas pra esse poema. A minha favorita, particularmente é essa daqui: http://www.youtube.com/watch?v=YLxuN7EbOBE que combina frases do poema com elementos reais nas cenas. 


Por: Virgínia Fróes
De: Natal – RN
Email: virginia@revistafriday.com.br

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Ruby Sparks – A Namorada Perfeita

16 nov
Todo mundo tem um modelo de homem ou mulher perfeitos. Mas você já imaginou como seria se tudo aquilo que sempre viveu somente na sua imaginação se tornasse realidade de um dia para o outro?

Calvin é um escritor que teve o seu primeiro momento de fama aos 19 anos. Porém, ele é um pouco problemático, pois nunca foi um adolescente descolado e tem dificuldades em se relacionar com o sexo oposto, além de estar cercado de pessoas que vivem dando palpite em sua vida, como o irmão mais velho, a mãe que virou hippie, o padrasto metido a artista e o seu agente.

No meio de um grande bloqueio de idéias para um próximo livro, Calvin começa a sonhar regularmente com uma moça e depois de um tempo, se descobre apaixonado por ela. Então, seja por um desses mistérios da natureza, poder da imaginação ou como você queira chamar, Ruby magicamente se materializa na vida de Calvin como se já estivesse lá a muito tempo.

A princípio, Calvin pensa que enlouqueceu de vez, porém, Ruby consegue ser vista e interagir com todos aqueles ao seu redor, cativando-os com o seu jeito meio moleca de ser e assim os dois iniciam um relacionamento cheio de altos e baixos. O que Ruby não sabe, é que Calvin consegue editar todo e qualquer traço da sua personalidade apenas com apenas algumas frases escritas em sua máquina de datilografar.

Dirigido pela mesma dupla de “Pequena Miss Sunshine”, “Ruby Sparks” é o típico filme indie-fofinho-que-todo-mundo-adora. Apesar de me lembrar bastante “500 dias com ela”, vale a pena o ingresso, a pipoca e arejar as idéias na sala de cinema.


Elenco: Zoe Kazan, Antonio Banderas, Paul Dano, Alia Shawkat, Deborah Ann Woll, Annette Bening, Steve Coogan, Chris Messina, Elliott Gould, Aasif Mandvi, Wallace Langham, Toni Trucks, Eleanor Seigler
Diretor: Jonathan Dayton, Valerie Faris
Duração: 106 min.
Ano: 2012


Por: Natália Farkatt
De: Natal-RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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Conexão Dublin: Quando a saudade bate…

15 nov
Eu e meus pais
Começo meu texto pedindo desculpas. Inicialmente não queria escrever algo melancólico e “para baixo”, mas sinto que é uma das melhores formas de aliviar meus pensamentos e coração. Sim meus caros, a saudade e solidão entraram pela porta da frente de casa e com direito a ponta-pés para me acordar… e conseguiram!

Domingo passado, após uma longa e agitada noite no pub que trabalho, só queria saber de deitar na cama e apagar. Sonhar, pra quê? Apesar desligar a cachola e o corpo. Infelizmente não tive tanto sossego assim… Devo ter deitado lá pra 5 horas da manhã de domingo e às 11 já tinha acordado – e do pior jeito possível. Sonhei que minha poodle Pitucha tinha morrido. Abri os olhos e, antes de me dar conta que era um pesadelo, desabei no choro. Sabe quando junta todos os motivos do mundo: saudade, tristeza, medo, solidão…? Pois é! Parecia que tinha levado um soco no estômago pois até dificuldade de respirar eu senti.

Minha companheira de 14 anos
Devo ter ficado uns 10 minutos chorando e pensando em como quem eu amo está. Naquele momento, só queria ver meus pais e minha Pitucha. Pra falar a verdade, ainda quero… Sabe, intercâmbio não é só alegria como se pensam. É medo, insegurança, solidão. Durante esses 3 meses e algumas semanas, cresci demais como pessoa. Enfrentei situações que nunca imaginei, além das dificuldades diárias com o idioma ainda não fluente. 

Acredito que a parte mais difícil é a saudade! Depois do pesadelo, tive que ligar para minha casa no Brasil para saber como as coisas estavam e chorei mais ainda quando meu pai falou que a Pitucha estava tomando banho. Que alívio cara! Naquele instante, pegaria o primeiro voo para vê-los e abraçá-los com toda minha força! E confesso que só sosseguei mesmo quando vi minha poodle pelo Skype.

Às vezes bate aqueles cinco minutos de desespero, de largar tudo e voltar para o aconchego. Mas, quando penso em tudo o que eu enfrentei para estar aqui, a Mariana sensata reaparece – e com força total, como agora escrevendo este texto para vocês! Não, nada veio fácil como gostaria que fosse e vários sacrifícios foram feitos para que este meu sonho se realizasse! É daí que tiro forças para continuar firme e forte! 

Mas confesso a vocês que estou ansiosa para que Maio chegue. Se tudo der certo conforme o planejado, terei de 2 a 3 semanas de folga para curtir meus amores ai no Brasil – família, bichos de estimação, amigos… Até lá, ainda aprendo a lidar melhor com meus sentimentos…

Por: Mariana Perez
De: Dublin – Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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Moda + Artes Plásticas + Música em um só lugar no Rio de Janeiro!

13 nov
Um Cluster é conjunto, um aglomerado que se refere à indústria, música, química e à informática, de onde se origina. Esse conjunto trabalha como se fosse uma única máquina. É a idéia de uma concentração, uma  reunião em que a colaboração mutua resulta na maior eficácia para todas as partes. Idealizado pela estilista Carolina Herszenhut, proprietária da marca Branchée, o Cluster segue a idéia de colaboração que orientou a Branchée desde o inicio: fazer parcerias, trocar experiências, compartilhar aprendizados e criar situações que favoreçam o desenvolvimento e aprimoramento do trabalho de cada um.
Assim surge este novo espaço multidisciplinar que tem como proposta uma troca de experiências entre artistas, marcas, designers, estudantes e público em geral, num ambiente que reúne, mercado, workshop, debates e gastronomia. Criar, inventar e inovar implica pensar a experiência, o tempo e o mundo em que vivemos. Dai a proposta de união do universo da produção e do mercado da moda + o mundo acadêmico nesse primeiro evento, através de um debate interdisciplinar que tem como tema central os caminhos da legitimação da moda no período contemporâneo.
O mercado envolve 25 marcas de moda selecionadas, parceiras no processo de divulgação e comercialização de seus produtos e que pretendem tecer juntas um processo de fomento de um pool de novos criadores. Também farão parte do O Cluster sete jovens artistas plásticos expondo seus trabalhos.


O Cluster
25 de Novembro de 2012
Domingo – 12h às 20hEntrada Franca
Rua das Palmeiras, 35 – Botafogo (Rio de Janeiro – RJ)
Entrada Franca

Programação
12h às 20h Mercado de Moda e Design
14h30 às 15h30 Workshop
16h às 18h Debate Interdisciplinar
18h às 20h DJ Ícaro dos Santos

para mais informações acompanhe a fan page 🙂


Por: ConnectedThinking
De: Rio de Janeiro

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Conexão Dublin: e aí, neva ou não neva?

8 nov
A tão sonhada neve


Acredito que todo o brasileiro quer ou já quis ver este pequeno fenômeno da natureza pessoalmente. Afinal, nascemos em um país tropical. Eu, por exemplo, só tive a experiência de vê-la através de filmes da “Sessão da Tarde” – ou em sonhos, claro. Sim, estou falando da neve! Algo tão simples e mágico ao mesmo tempo. Segundo depoimentos, é como se voltássemos a ser criança. Boneco, guerrinha com bolas de neve e até anjos são possíveis fazer com estes pequenos flocos de gelo. 

Vim para Dublin sabendo que não é comum nevar. A última vez que a cidade ficou branca foi em 2010. A cidade parou pois não era algo esperado. E, sinceramente, espero que pare novamente pois já que estou aqui, não custa nada sentir na pele esta experiência. E digo sentir na pele literalmente, pois o clima que já não é quente fica pior ainda. Ouvi falar até que o rio Liffey, que corta a cidade, congelou – mas isso eu já tenho minhas dúvidas haha

Desde o mês de Outubro, a temperatura de Dublin tem sido abaixo de 10ºC. Coisa que, no ano passado, só começou a esfriar pra valer em meados de Novembro. É por essas e outras que as especulações sobre a neve este ano não param. Fico imaginando qual será minha reação ao ver a neve pela primeira vez…Não sei não, mas do jeito que sou “manteiga derretida”, acho que vou chorar! kkk

Christ Church coberta de neve
Desde o final do mês passado, ouço boatos que a temperatura do inverno poderá chegar à -20ºC e com até 2 meses de neve – OMFG!!!! Sinceramente, quero muito pegar esse clima  rigoroso e, é claro, nevoso; mas ainda tenho um certo receio. Se com 8ºC eu já fico morrendo de frio, avalie quando chegar dezembro???


Bom, até lá, ficamos aqui com as especulações e curiosidades à flor da pele. Já tenho procurado botas para neve em algumas lojas, mas deixarei para comprar na última hora – como todo brasileiro que se preze  :p  Fora que, se eu comprar a bota agora e não nevar, a frustração será muito grande – além do dinheiro gasto…



Por: Mariana Perez

De: Dublin – Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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I CHARLESTON SP (by Blubell)

8 nov
Depois do sucesso do clipe “Pra Sonhar”, de Marcelo Jeneci, a agência de conteúdo Recheio Digital tem um novo desafio: filmar a homenagem que a cantora paulista Blubell quer fazer à sua cidade em forma de videoclipe.  Inspirada pelo jazz dos anos 20, pelos salões da época e pelas big bands, Blubell encontrou no I Charleston The World, movimento que pretende gravar pessoas dançando o estilo nos principais locais de sua cidade, o elo perfeito para integrar música, dança e vídeo.

O projeto será feito de forma colaborativa. Desde a captação de recursos, via crowdfunding, até a gravação do videoclipe, que qualquer pessoa pode participar. “I Charleston SP by Blubell” já está no site Benfeitoria pra quem quiser contribuir. 

E as recompensas são ótimas: tem CD da Blubell autografado, gravação exclusiva para sua secretária eletrônica, convite especial para festa fechada com presença da cantora, aulas de Charleston e LindyHop, show acústico na sua casa e muito mais. Além disso, contribuições não financeiras também são bem vindas, como transporte, iluminação, figurino etc… Contamos com a colaboração do público para prestar essa homenagem à cidade.

I Charleston SP by Blubell foi lançado no dia 12 de outubro durante o Brasil Swing Out Extravaganza (BSOE), um dos maiores festivais de Lindy Hop e cultura dos anos 20 do Brasil. O evento, realizado pelos grupos de dança HopAholics (SP) e Rio Hoppers (RJ), contou com a participação de professores e dançarinos profissionais de várias partes do mundo, como Lennart Westerlund & Catrine Ljunggren, Daniel Heedman & Åsa Heedman, Elliott Donnelley, Gastón Fernández, Lucy Engle Manuel Bicain & Mariel Gastiarena e Peter BetBasoo. 

Confira o vídeo dos professores se apresentando:


Mas o que é o Charleston?


O nome parece complicado, mas você já deve ter visto muita gente dançando este estilo nos filmes de época. Surgida durante os anos 20, na cidade de Charleston, na Carolina do Sul (EUA), é uma dança alegre e divertida que estava presente nos antigos cabarés.

As mulheres usavam saias pouco mais curtas que o habitual e cabelos à arçonne. Os homens, não menos elegantes, já tinham assimilado o terno como vestuário principal. Chapéu, bigodes e a respeitosa bengala também estavam em voga. Movimentos marcados nas mãos, como se estivesse tocando um pandeiro, acompanhados pelas rápidas projeções laterais dos pés davam o tom da dança, que podia ser dançada sozinho, em dupla ou grupos.
Agora, em pleno 2012, quem diria que o Charleston estaria sendo dançado novamente ao redor do mundo? O estilo está ganhando cada vez mais adeptos e força. O “I Charleston The World” já foi realizado em Paris, Berlim, Tóquio, São Francisco, Estocolmo, Montpellier e Nova York. É por isso que acreditamos que São Paulo, como a maior cidade da América Latina – e uma das principais do mundo – , não pode ficar fora desta!

Juntamente com os dançarinos do grupo HopAholics, que dançam o estilo, a Recheio e a Blubell irão realizar o I Charleston SP by Blubell mostrando a intensidade do Charleston e, claro, de São Paulo.

Por: Recheio Digital

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Aqui No Mar ♪

7 nov
            Olá leitores lindos da Revista Friday! Quarta é dia deeeeeee… TEATRO! Então, sem mais delongas, vamos ao que interessa. Hoje vou falar de uma das peças mais lindas, mais fofas, mais gracinhas e mais fantásticas peças que fizeram partes da sua infância e foram parar nos palcos. Estou falando de A Pequena Sereia.



            The Little Mermaid foi uma das animações mais vistas nos cinemas do mundo todo. A estreia do filme da Disney foi em 17 de novembro 1989 (nos EUA) e 15 de dezembro de 1989 (no Brasil), 30 anos depois do último conto de fadas, A Bela Adormecida. Já em 2001, o clássico foi adaptado para os palcos da nossa querida Broadway.

            Como todos conhecem, A Pequena Sereiaconta a história de Ariel, uma jovem sereia que quer conhecer e explorar o mundo dos humanos (Eu quero estar onde o povo está, eu quero ver os homens dançando e caminhando em seus… Qual o nome mesmo? Ah, pés! – Part Of That World). Contra a vontade de seu pai, Ariel vai sozinha a superfície e acaba se apaixonando pelo príncipe Erik (Oh meu Deus, esperem um minuto. Ela está apaixonada, seu coração bate mais forte! – She’s In Love). Para conseguir ir atrás de seu amado, Ariel faz um acordo com Úrsula, a bruxa dos mares, que lhe concede pernas, em troca de sua voz. Contudo, para ter sua voz de volta, o príncipe tem que beijá-la dentro de um período de três dias (Não custará muito, somente a sua voz. Se você quer atravessar a ponte, você precisa pagar a taxa! – Poor Unfortunate Souls). Para evitar que Ariel ganhe o beijo do príncipe e para conseguir que ela se torne sua escrava para sempre, Úrsula se transforma numa humana e, com a ajuda da voz de Ariel, faz com que o príncipe se apaixone por ela. A pequena sereia tenta de todas as formas que o príncipe a beije, e conta, inclusive, com a ajuda de Sebastião (Parece que ele está tímido e não vai beijar a garota… Você vai perdê-la! – Kiss The Girl). A medida que o tempo passa, Ariel vai perdendo as esperanças de beijar o príncipe, enquanto Erik perde as esperanças de encontrar a dona da voz que ele tanto procura e Tritão, de encontrar Ariel (Ariel: Se ao menos fosse verdade, se ao menos por um instante, se ao menos você percebesse o quanto sofro por trás do meu sorriso… / Erik: Quando ela me olha, parece que o mundo para, como naquele dia à orla da praia! Mas aquela voz… / Tritão: Como ela consegue desaparecer completamente nas águas rasas? Já fazem dois dias e eu não sei para onde ela foi! – If Only).

            História linda, magnífica, fantástica! Juro, assisti o musical completo pelo youtube e fiquei completamente hipnotizada. Vale muito a pena! Mas, se você não quiser assistir pelo youtube, fica a dica:

Local: Teatro Maria Della Costa.
Dias e Horários: Sábados as 15h30 / Domingos as 15h30.
Duração da Temporada: Temporada: até 19/11/2012.
Valor do Ingresso: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada e crianças de 02 a 12 anos), R$ 13,00(antecipados até 01 hora antes).

             E para aquecer, vamos assistir If Only, uma música LINDA! ♥
Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo – SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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The Rocky Horror Picture Show

2 nov
Se alguma vez você pensou em ser cineasta mas nunca soube como começar um filme, atenção para as seguintes dicas: Pegue um casal que se fica perdido numa estrada esquisita à noite e pedem socorro à uma mansão meio suspeita na beira da estrada. Pronto, agora misture estes ingredientes com um anfitrião cheio de idéias mirabolantes, músicas que grudam na cabeça e você terá um dos meus filmes de Halloween preferidos: The Rocky Horror Picture Show!

Brad e Janet noivaram recentemente e, após retornar do casamento de  uns amigos numa noite chuvosa, ficam presos no meio do caminho devido a um problema no carro. Então ele se lembram que um pouco mais atrás, viram um castelo um tanto quanto misterioso, porém, com várias motos estacionadas dentro. Resolvem então entrar e pedir para usar o telefone.

Ao chegar na mansão, eles são recebidos por várias criaturas estranhas: Uma governanta de cabelos rebeldes e um mordomo com uma grande corcunda e uma cara assustadora. O casal é convidado a entrar e se depara com uma festa e um anfitrião ainda mais estranhos. É então que eles conhecem o Dr. Frank-N-Furter, um cientista-et-travesti-bissexual que usa salto alto com cinta-liga e revela que está construindo um “homem para satisfazer as suas necessidades”.

A partir daí, Brad e Janet se aventuram dentro da mansão para tentar fugir das garras do Dr Frank. Tudo isso recheado de diálogos rápidos, referências artísticas e músicas contagiantes.  É o tipo de filme que vocêtem que dar mais de uma chance para descobrir todos os mistérios e referências escondidas a cada cena.

Então, let’s do the time warp again e bom filme! 



Elenco: Tim Curry, Susan Sarandon, Barry Bostwick, Richard O’Brien, Patricia Quinn, Little Nell, Jonathan Adams, Peter Hinwood
Diretor: Jim Sharman
Ano: 1975
Gênero: Comédia


Por: Natália Farkatt
De: Natal-RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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