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Estreias: ”Infância Clandestina” e eu.

14 dez
Primeiramente gostaria de mandar um beijo pra gurizada da Friday que deixou euzinha aqui com as estreias – cinema, um beijo pro motorista do ônibus que cantarolava Madonna hoje pela manhã, e um beijinho pra Xuxa, claro. É isso.



Bom, começamos hoje, aqui, nesse exato momento, mais uma colaboraçãozinha novata 2012/13: a dos comentários quinzenais sobre estreias no cinema. Comentários estes pessoais e intransferíveis da titia babi/bah/@babiargenta/+14 impublicáveis. 

Tá, não intransferíveis. Só pessoais mesmo.

A ideia é trazer informação sobre as produções independentes, hollywoodianas, bollywoodianas, outras tantas, e o que eles tem a nos oferecer. Sejam eles bons ou ruins, brasileiros ou estrangeiros, com ingressos caros ou muito caros, em cinemas agradáveis ou dividindo o espaço com fãs de RebelQUALQUER BANDA,  a gente vai dar uma assistidinha de leve pra saber o que está acontecendo com a nossa rica 7ª arte.



Começo com Infância Clandestina, uma coprodução Argentina-Espanha-Brasil, dirigida por Benjamín Ávila. A história (real, vivida pelo diretor do filme) percorre pontos da “rotina” de uma família unida por ideais, em seu retorno a Argentina durante o período ditatorial que o país enfrenta. A visão do jovem Juan/Ernesto, filho de 12 anos, é a apresentada. A família tenta mante-lo em uma rotina ~normal~ que inclui escola, namoradinhas e essas coisas de guri novo. Ao mesmo tempo, sua vida é cercada por cuidados, visto que a família (esta como instituição mesmo, é colocada todo o tempo em evidência durante o filme) é considerada ameaça por serem questionadores do governo vigente. São líderes militantes ativos, e suas ações pedem trocas de identidade, viagens camufladas, e locais seguros/escondidos. O desfecho… impressiona (no sentido literal mesmo da palavra). É lindo e impressionante. Sim.

A utilização dos grafismos, tipo HQ mesmo, em alguns momentos mais… tensos do filme, dão uma tônica que mescla a violência com as imagens de uma mente ainda jovem (apesar do histórico de vida do menino), e prende a atenção de quem assiste. Num todo a utilização desse recurso para a composição foi fundamental para constituir a sensação de quem deixa a sala após assistir o filme.

COISA LINDA. QUASE CHOREI.


Sério. Bom filme. Mesmo.


E prfv ficando até o fim dos créditos, sim?

Temos outras estreias também para estes dias.


Algumas norte-americanas, aquela coisa de Hollywood com as atrizes do tapete vermelho lindas/bem maquiadas/magras, com traços de humor e uma leveza em seus roteiros:
“A Escolha Perfeita” – Direção de Jason Moore
“Quatro amigas e um casamento” – Direção de Lesley Headland

“Na Terra de Amor e Ódio” em uma linha mais Jolie (roteiro e direção da própria Angelina Jolie, aliás) com as causas, história local, dramas regionais e paixão entre uma muçulmana bósnia e um militar sérvio. Quase fui assistir este, mas por horários não rolou. #chatiada

Amor. Rua. Marido. Uma chifradinha de leve (será? um chute apenas). Amor de novo. Canadá. Parece um bom filme pelo que li até agora… Parece bem leve também. Eis uma pedida agradável. Direção de Sarah Polley em “Entre o Amor e a Paixão” (o locutor do Vídeo Show seria a pessoa perfeita para ler isso).

“A Última Casa da Rua” é um suspense feat. terror, com direito a assassinos que moram na floresta ao lado da sua (caso você seja a adolescente Elissa), um bom bairro e sobrevivente. É dirigido por Mark Tonderai.

Em “A Sombra do Inimigo” temos mais um suspense. Rob Cohen dirige este, e trabalha com elementos investigativos na trama. Parece interessante…

E por hoje é isso, gente… 😉


Beijos de luz.



Por: Bárbara Argenta
De: São Paulo – SP
Email: babi.argenta@gmail.com

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Virada Cultural 2012 – #RotaFRIDAY

3 maio
Por: Kelly Feltrin
De: São Paulo
Email: kelly@revistafriday.com.br

Ontem vocês já puderam conferir um pouco do que é a Virada Cultural que acontece na cidade de São Paulo. Além disso, conhecem também o fato de que as atrações são muitas e muito boas. Daí que selecionar as que não podem faltar se torna uma tarefa difícil, mas não impossível. 
Assim a Revista FRIDAY traz pra você um pequeno roteiro daquilo que achamos que não deve ser esquecido na sua programação:

  • Catedral da Sé:

      Stand Up Comedy: Utilizando apenas um microfone, os comediantes farão de tudo para nos fazer rir. A oportunidade garantida de dar muitas risadas com a família e amigos. 

  • Anhangabaú:

     Cenário especialmente escolhido para concertos e diferentes apresentações. Vale a pena visitar e prestigiar as expressões artísticas.

  • 24 Maio:

      A arte de se comunicar não é fácil, ainda mais se usamos sua forma não verbal. Partindo disso indicamos pra você o Palco Arte Corporal que trará diferentes artistas que utilizam o corpo como mídia e meio de comunicação. Uma forma inusitada de expressão cultural, corporal e artística que engloba um campo tão grande que é o da comunicação.

  • Minhocão:

      Um passeio diferente no conhecido Elevado Costa e Silva. Dividido em dois momentos, o Mercado Mundo Mix no Minhocão e Chefs na Rua, o público poderá saborear uma mescla da alta gastronomia com a comida de rua. 

  • Cine Olido – O Cinema no Ritmo de Gene Kelly:

   No ano de 2012, Gene Kelly estaria completando 100 anos. Assim, como forma de homenagear este tão importante e grande artista do cinema, o Cine Olido localizado na Avenida São João, 473, reuniu alguns dos clássicos protagonizados por ele e irão exibí-los a partir das 18h do dia 05 de maio.

  • Unidade Móvel Projetiva:

      Vale a pena estar atento a esta atração itinerante. Este Trio Elétrico estará transitando por todo o centro durante o evento com Djs e dois projetores de alta potência, propiciando um ambiente ainda mais irreverente a Virada Cultural Paulista.


São essas nossas dicas para você!

Esperamos que aproveitem e se divirtam bastante e, antes, durante ou depois postem seus comentários e sugestões sobre o evento!




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Virada Cultural 2012: Não deixem de conferir!

2 maio
Por: Kelly Feltrin
De: São Paulo
Email: kelly@revistafriday.com.br

Para os que já conhecem e, principalmente, os que não possuem conhecimento, a Virada Cultural é uma famosa e importante festa de rua que acontece na cidade de São Paulo. Organizada pela Secretaria Municipal de Cultura, este evento tem por objetivo entreter, divertir e reunir pessoas das mais diferentes classes sociais, faixas etárias, tribos, etc.

A cada edição, a Virada Cultural atrai um público de milhões de pessoas ao longo das 24 horas de programação sem nenhuma interrupção. E, o mais importante, é totalmente gratuito. 

As atrações são muitas e se espalham pelos principais museus, teatros e centros culturais da cidade, além das muitas organizações difusoras de cultura que aderem ao evento. O centro antigo de nossa cidade se modifica radicalmente com os diversos palcos e cenas montados.


Na cidade que nunca dorme, essa é uma ótima opção que alia diversão para toda família e custo zero, proporcionando um momento diferente, um desligar do dia a dia corrido, uma nova forma de enxergar a cidade.

Além disso, os serviços de transporte público, metrô, trens e ônibus, operam direto, assim como o evento. Facilitando a movimentação do público nas áreas de entretenimento e no seu retorno para casa. 

Não deixem de conferir! 
Amanhã fique atento à nossa #RotaFRIDAY da Virada Cultural 2012

Para maiores informações acerca da programação acessem virada cultural e baixem o aplicativo para não perder nada! 

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Hoje a Festa É Na Avenida

22 fev

Olá você, ser humano de bem, suado, com a bexiga apertada, com odor nas axilas, e que está lendo o blog ainda com abadá.
Onde passou seu Carnaval ?! Como passou seu Carnaval?!
Ou ainda (se você estiver em Salvador) como está esse bimestre de CARNAVAL???
Animado heim!?
Pois bem, apesar de ter surgido na Grécia, ter Paris como principal exportadora, e ser uma festa celebrada em vários países do mundo (Japão, Portugal, Reino Unido, Alemanha, Itália,etc.) é no Brasil que o carnaval veio morar. O país é conhecido por proporcionar o mais legal, animado, divertido, bagunceiro, estrondoso, agitado, fedido e desorganizado Carnaval do mundo !
E isso é incontestável, temos o maior carnaval e o maior bloco do mundo (Galo da madrugada – Salvador –BA), somos o país do samba, das mulheres e o 12º mais feliz do mundo (pela revista Forbes). E tudo isso inspira Carnaval =D, muita gente respira carnaval o ano inteiro pra perder o fôlego no sambódromo.
Mas… isso é bom ou ruim ?
Se você for um conservador bem resolvido, óbvio que responderá que é péssima essa depredação da raça humana que se submete às mais desonrosas condições instigando em contrários os mais perversos desejos da carne! UI.
Um religioso fervoroso talvez responderia que essa manifestação do capeta nas ruas precisa acabar.
Um libertino diria que é a época de pegar as “mina tudo”.
Um carnavalesco de berço exaltaria o feriado mais “só alegria” do ano.
O Sérgio Malandro gritaria Yeah Yeah Glu Glu, e eu continuaria sem entender porquê alguém gosta dele!
É tudo questão de um ponto de vista bem definido.
Me parece, as vezes, que se colocar contra a cultura de massa gera num cidadão um peculiar sentimento de superioridade, exclusão do povão, um isolamento que lhe é necessário para sentir-se diferente, junto ao fato de ter lido dois ou três livros no ano passado.
Ao mesmo tempo em que vêm pessoas de todo canto do mundo, de diferentes etnias, crenças, raças e bagagem intelectual, apreciar o que o Carnaval, fruto da mais incrível paradoxo da “genuína miscigenação” cultural brasileira, tem a oferecer.
PORÉM
Tudo que se torna competitivo de mais se submete à aprovação do mal perdedor.
Minha agremiação ganha, eu quebro porque estou feliz.
Minha agremiação perde, eu quebro, eu taco fogo, eu rasgo as notas dos jurados, porque fui CLA RA MEN TE roubado.
O importante é quebrar, pro mundo ver o quão evoluído do macaco eu já sou, e não pararei de quebrar até ser banido de tudo que envolva competição, T-U-D-O, de campanhas eleitorais à disputas Pokémon no Game Boy Color.
Tal descompasso pensante de alguns integrantes de agremiação “X” me parece que destitui o carnaval de festa popular, tornando-o simples competição de valores individuais.
Pooooor isso, acredito que o carnaval livre de competitividade, pura manifestação da alegria de um povo, sem popôs de fora ou xixi no chão, sabe?
Famílias indo às ruas, crianças, adultos e velhinhos sorridentes atrás do trio elétrico… isso é tão… brasileiro, tão nosso, deve ser apreciado… com moderação.
Por fim, nada nunca agradou todo mundo, e assim como a OcktoberFest em Munique- Alemanha;
O festival de música eletrônica Kazantip em Popovka na Ucrânia;
La Tomatina ou a Festa de São Firmino na Espanha
Tanabata no Japão;
Halloween nos EUA;
Saint Patrick’s Day na Irlanda, ou;
Dia Del Grito De La Independencia no México (e em alguns países sul americanos),
é uma manifestação cultural que desagrada muita gente, mas se faz necessária em algum ponto.
Enfim, não importa qual seja sua opinião, ou o quanto você se esforce, você nunca… NUNCA, SERÁ tão divertido como um velhinho europeu dançando shuffle com suspensório.
LIDE COM ISSO.
ps: esse senhores dançam qualquer coisa, experimente tirar o som do vídeo de tocar “Chop Suey” do System of a Down ou Festa no Apê do Latino.