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Conexão Dublin: conheça a cidade Bray por outro ângulo

20 set

Tudo começou com um “até logo” de um dos parceiros aqui de Dublin: Carlos Borges. Antes da volta ao Brasil, que inclusive é hoje – dia 20/09, fomos visitar a cidade litorânea Bray, localizada a 20 km ao sul de Dublin. Já tinha ouvido falar que o visual de cima das montanhas eram lindo, mas não esperava que fosse tanto.

Para chegar até Bray, é possível ir de ônibus ou DART, trem que liga Dublin a várias cidades. Escolhemos a segunda opção por ser mais rápido e também para conhecer o meio de transporte. Paguei na ida e volta apenas 5 euros e 10 centavos. Vale avisar que, se você for viajar de DART, NUNCA jogue o ticket fora, pois para sair da estação também é preciso passar o bilhete nas máquinas.


Viajamos cerca de 30 minutos com direito a várias paisagens magníficas até a cidade. 

Ao chegar em Bray, fico impressionada com a beleza do local. Nós fomos direto para a praia famosa por suas pedras. Pois é meus caros, praia sem areia! Achei muito estranho no início, mas até que tem seu charme. E, mesmo com o dia ensolarado, o vento e a água estavam HIPER gelados. Ai, que saudade das praias brasileiras…

Após alguns minutos apreciando a beleza da praia, andamos rumo à montanha para ver a cidade de cima. Nossa, que subida brava! Para cortar caminho, fomos em uma trilha que passa entre as árvores. Apesar de termos parado 2 vezes, fizemos o percurso em menos de 40 minutos. 


Faltando segundos para chegar no topo da montanha, gravei o vídeo abaixo. Já peço desculpas pelos palavrões, mas a vista lá de cima me deixou abismada! Uma coisa que só descobri quando vi o vídeo é que toda vez que tiro ou coloco zoom, o som é cortado  :/  


E a recompensa pela mega subida foi esta:


Tá vendo esta outra montanha ai em cima? Pois bem! Não nos contentamos e subimos nela também! Já como estávamos lá mesmo, por que não arriscar e ir mais além? Fora que, ver um cara lá em cima – ver o vídeo – só nos deixou mais animados para fazer o mesmo.


Para voltar, decidimos não ir pelo mesmo caminho. Vimos uma trilha do outro lado, a qual o cara com a bike utilizou, e fomos por ela. Pense numa boa caminhada que fizemos. Tenho quase certeza que andamos mais de 1 hora. Apesar dos pés estarem doendo, não me arrependo pela escolha. Encontramos até alguns cavalos antes de chegar na estrada. 


Sinto que depois de ter ido à Bray, minhas energias se recarregaram. Estou mais leve e mais animada para fazer outras viagens como esta. Tava precisando de um tempo e uma bela vista para pensar sobre a vida e alguns ocorridos. Fazer a tal da reflexão, sabe? Acredito que entrar em contato com a natureza dá nisso!

Por: Mariana Perez
De: Dublin – Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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Conexão Dublin: Zombie Walk 2012

9 ago


No último sábado, dia 04 de Agosto, as ruas de Dublin pareciam os cenários do seriado “The Walking Dead”. Rastros de sangue no chão, roupas rasgadas, ferimentos expostos. Uma verdadeira carniça – mas com muita organização! Bastava escolher seu melhor traje e ir atrás de cérebros com centenas de zumbis ao seu redor. Vale lembrar que, além da diversão proporcionada anualmente, a Dublin Zombie Walk tem como finalidade arrecadar dinheiro para causas sociais como o câncer e violência contra as crianças (Irish Cancer Society e Barnardo’s).

Peço para tirar uma foto e o que eu ganho? 3 zombies vindo em minha direção

O encontro dos mortos vivos começou ao meio dia, no parque St. Stephen’s Green. As pessoas podiam ir maquiadas para a caminhada ou pagar 10 euros para obterem um belo machucado “artificial”. Como nunca tinha ido a um evento desses (nem no Brasil), minha primeira impressão foi: como eles estão nojentos! Só não corri de medo porque o encontro era durante o dia. Não gosto nem de imaginar aquele parque à noite com vários zumbis – to foraaa!!!

Pessoalmente era pior!

Assim que entrei no parque, pude ver várias pessoas sentadas na grama, arrumando-se para a caminhada. As mochilas aparentemente grandes tornavam-se cada vez menores quando os donos tiravam maquiagens, garrafas de sangue falso, papel higiênico e até algumas guloseimas. Ver o resultado final é incrível, mas ver o making of é melhor ainda!

Produção à la zombie

Quase pronto para a caminhada

Acredito ter visto todos os tipos de zumbis existentes: americanos, asiáticos, super herois, famosos, médicos, padres, crianças, homens vestidos de mulheres e vice-versa. E não pense que os pequenininhos tinham medo não! ELES assustavam os outros! Inclusive, todos que estavam no parque incorporaram o espírito de um morto vivo. Era algo muito legal e estranho de se ver! Pensei – e vivenciei – por alguns instantes como seria se tivéssemos que conviver com os zombies. Que loucura!

Say “Hello” to Brazil
So shy and beautiful!!! *–*


Mas, se há os mortos vivos, também há aqueles que os caçam e os matam, certo? Em Dublin não foi diferente! Perto de um dos portões do parque, encontrei os exterminadores de zombies! Todos muito bem vestidos e com armas de brinquedo, o grupo também botava respeito no lugar. Ahhh sim, a todo instante, eles eram provocados pelos zombies, mas se saiam muito bem.

Bora timeeee!!!!!

Boto fé em vocês – mesmo com essa arminha de água!

Infelizmente não pude ficar para a caminhada porque precisava matar quem me matava: a fome! Sai de casa sem tomar o café da manhã, então o bicho tava pegando. E pasmem, consegui comer tranquilamente depois de ver muitas fantasias nojentas! De qualquer forma, mostro aqui algumas fotos de como foi o encontro da galera no Stephen’s Green! 😉

Quanta cortesia!
Um dos mais nojentos também!

Princesa + linda do parque!

Desde quando zombie toma refri? 

O bracinho + criativo da caminhada

Chapeuzinho Vermelho com a cabeça do Lobo Mal

A freira doidona – e grávida haha
Quem manda mexer com a pessoa errada?
Por: Mariana Perez
De: Dublin – Ireland
Email: mariana@revistafriday.com.br

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