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Hoje é dia de rock, bebê!

13 fev


Eae galera, como é que vocês estão?! Como todo mundo já sabe, essa semana o Brasil parou! Foi por causa do incidente envolvendo o afastamento do Renan Calheiros da presidência no senado? Não! Foi por causa do Papa Bento XVI renunciando o seu posto? Não também! Como sempre acontece nessa época do ano, o país pára pra comemorar o Carnaval e tudo o que se fala é Carnaval! Marchinhas! Moças semi-nuas! Carros alegóricos! Gringos que desembarcaram por aqui pra festejar!


Mas nós da Revista FRIDAY somos diferentes e por isso decidimos trazer pra vocês uma entrevista com três das principais bandas do hard rock paulista: a Dirty Glory, a L.F. Angels e a Vulgar Type. Os caras bateram um papo bastante descontraído numa mesa de bar e entre os assuntos em pauta estão o uso de fogos artificiais durante os shows, a forma como a música brasileira é vista no exterior e a pirataria.


E pra quem ainda não conhece e tiver afim de conhecer o som dos caras, vejam os clipes das bandas e curtam no facebook.

Dirty Glory

L.F. Angels 

Obs.: A Vulgar Type ainda está em processo de produção do EP e por isso ainda não tem videoclipe. 


Por: Renan de Amorim
De: Diadema-SP
Email: renan@revistafriday

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Hoje a Festa É Na Avenida

22 fev

Olá você, ser humano de bem, suado, com a bexiga apertada, com odor nas axilas, e que está lendo o blog ainda com abadá.
Onde passou seu Carnaval ?! Como passou seu Carnaval?!
Ou ainda (se você estiver em Salvador) como está esse bimestre de CARNAVAL???
Animado heim!?
Pois bem, apesar de ter surgido na Grécia, ter Paris como principal exportadora, e ser uma festa celebrada em vários países do mundo (Japão, Portugal, Reino Unido, Alemanha, Itália,etc.) é no Brasil que o carnaval veio morar. O país é conhecido por proporcionar o mais legal, animado, divertido, bagunceiro, estrondoso, agitado, fedido e desorganizado Carnaval do mundo !
E isso é incontestável, temos o maior carnaval e o maior bloco do mundo (Galo da madrugada – Salvador –BA), somos o país do samba, das mulheres e o 12º mais feliz do mundo (pela revista Forbes). E tudo isso inspira Carnaval =D, muita gente respira carnaval o ano inteiro pra perder o fôlego no sambódromo.
Mas… isso é bom ou ruim ?
Se você for um conservador bem resolvido, óbvio que responderá que é péssima essa depredação da raça humana que se submete às mais desonrosas condições instigando em contrários os mais perversos desejos da carne! UI.
Um religioso fervoroso talvez responderia que essa manifestação do capeta nas ruas precisa acabar.
Um libertino diria que é a época de pegar as “mina tudo”.
Um carnavalesco de berço exaltaria o feriado mais “só alegria” do ano.
O Sérgio Malandro gritaria Yeah Yeah Glu Glu, e eu continuaria sem entender porquê alguém gosta dele!
É tudo questão de um ponto de vista bem definido.
Me parece, as vezes, que se colocar contra a cultura de massa gera num cidadão um peculiar sentimento de superioridade, exclusão do povão, um isolamento que lhe é necessário para sentir-se diferente, junto ao fato de ter lido dois ou três livros no ano passado.
Ao mesmo tempo em que vêm pessoas de todo canto do mundo, de diferentes etnias, crenças, raças e bagagem intelectual, apreciar o que o Carnaval, fruto da mais incrível paradoxo da “genuína miscigenação” cultural brasileira, tem a oferecer.
PORÉM
Tudo que se torna competitivo de mais se submete à aprovação do mal perdedor.
Minha agremiação ganha, eu quebro porque estou feliz.
Minha agremiação perde, eu quebro, eu taco fogo, eu rasgo as notas dos jurados, porque fui CLA RA MEN TE roubado.
O importante é quebrar, pro mundo ver o quão evoluído do macaco eu já sou, e não pararei de quebrar até ser banido de tudo que envolva competição, T-U-D-O, de campanhas eleitorais à disputas Pokémon no Game Boy Color.
Tal descompasso pensante de alguns integrantes de agremiação “X” me parece que destitui o carnaval de festa popular, tornando-o simples competição de valores individuais.
Pooooor isso, acredito que o carnaval livre de competitividade, pura manifestação da alegria de um povo, sem popôs de fora ou xixi no chão, sabe?
Famílias indo às ruas, crianças, adultos e velhinhos sorridentes atrás do trio elétrico… isso é tão… brasileiro, tão nosso, deve ser apreciado… com moderação.
Por fim, nada nunca agradou todo mundo, e assim como a OcktoberFest em Munique- Alemanha;
O festival de música eletrônica Kazantip em Popovka na Ucrânia;
La Tomatina ou a Festa de São Firmino na Espanha
Tanabata no Japão;
Halloween nos EUA;
Saint Patrick’s Day na Irlanda, ou;
Dia Del Grito De La Independencia no México (e em alguns países sul americanos),
é uma manifestação cultural que desagrada muita gente, mas se faz necessária em algum ponto.
Enfim, não importa qual seja sua opinião, ou o quanto você se esforce, você nunca… NUNCA, SERÁ tão divertido como um velhinho europeu dançando shuffle com suspensório.
LIDE COM ISSO.
ps: esse senhores dançam qualquer coisa, experimente tirar o som do vídeo de tocar “Chop Suey” do System of a Down ou Festa no Apê do Latino.