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Se enlouquecer, não se apaixone

1 fev
Antes de mais nada, não julguem o filme pela sua tradução em português. Afinal de contas, todos nós sabemos que os títulos de filmes quando chegam ao Brasil conseguem espantar vários espectadores.

Craig é um adolescente de 16 anos, residente de Nova York. Pais um tanto quanto controladores, uma irmã mais nova com um QI elevadíssimo e ser calouro em um dos programas mais talentosos para o mundo corporativo exerceram uma pressão tão grande no garoto que ele por várias vezes pensou em suicídio.

Ao contrário de outras pessoas com problemas, Craig desiste da idéia e resolve procurar ajuda na ala psiquiátrica de um hospital. Ao ser admitido, descobre que o local destinado aos adolescentes está em reforma e os mesmos estão dividindo o mesmo espaço que os adultos.

Ainda apaixonado pela namorada do seu melhor amigo, ele conhece Noelle, uma menina da mesma idade, e Bobby, o qual torna-se mentor do rapaz durante a sua estada. Durante a semana, Craig descobre mais sobre si mesmo e que os seus problemas não são tão grandes assim como ele imaginava, além de lições sobre a vida, o amor e amadurecimento.

Mais um daqueles filmes que você para e pensa sobre o que realmente é um problema na sua vida e como, às vezes, é fácil solucioná-lo. Mas não precisa preparar a caixa de lenço, pois a história é leve e bem divertida. Bom filme!


Elenco: Keir Gilchrist, Zach Galifianakis, Emma Roberts, Viola Davis, Zoe Kravitz, Lauren Graham, Jim Gaffigan
Diretor: Anna Boden, Ryan Fleck
Gênero: Comédia Dramática
Ano: 2010


Por: Natália Farkatt
De: Natal-RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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Forrest Gump – O Contador de Histórias

18 jan
Para todo mundo que gosta um tantinho assim de cinema, sempre existe um ou outro filme que todo mundo já assistiu e fala bem… Menos você. Comigo não foi diferente (o único problema é que eu ainda não vi vários por pura preguiça) e um desses de muitos foi Forrest Gump.

“A vida é uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar”. É com essa frase que Forrest inicia a sua história, sentado num banco de uma parada de ônibus. Ele conta que nasceu com um problema nas pernas, o que o impedia de andar normalmente e também um QI abaixo da média, fazendo com que fosse alvo de chacotas entre os colegas da escola, porém, sempre foi incentivado e estimulado pela sua mãe a viver como uma criança qualquer.

Em sua primeira viagem de ônibus para a escola, nenhuma das outras crianças quis dividir um banco com ele, exceto Jenny, uma menina meiga, mas que nunca fica em casa por sofrer abusos constantes do pai alcoólatra. Sendo assim, Jenny apresenta a Forrest um pouco mais do que a vida tem a oferecer.

A medida que Forrest conta a sua história, os ouvintes na parada de ônibus variam. E durante a sua jornada, ele está presente em grandes momentos da história norte-americana, como a Guerra do Vietnã e o processo de impeachment do presidente Richard Nixon. Critica também o materialismo, pois mostra que existe a possibilidade de levar uma vida simples mesmo sendo milionário.

É um filme de longa duração, mas que te deixa tão envolvido na história (a qual, aliás, possui milhares de referências à histórica política, econômica e do entretenimento norte-americanos) que nem percebe o tempo passar. Dizem os especialistas que foi a melhor atuação da carreira de Tom Hanks. Se isso é verdade, eu não sei, mas que vale a pena o play, disso eu tenho certeza!

Bom filme!


Elenco: Tom Hanks, Rebecca Williams, Sally Field, Michael Conner Humphreys, Harold G. Herthum, George Kelly, Bob Penny, John Randall, Sam Anderson, Margo Moorer, Ione M. Telech, Christine Seabrook
Diretor: Robert Zemeckis
Ano: 1994
Gênero: Drama


Por: Natália Farkatt
De: Natal – RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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Estreia "Bárbara" e o saco de pipoca sem fim

17 jan
Oi, nenos.

Antes de qualquer coisa, quero dizer que juro (pela perna de Blondor da Viviane Araújo) que assisti a “Bárbara” pela sinopse, e não pelo sonoridade gostosa que tem esse nome, e habitual simpatia e modéstia das pessoas que o têm.

Dito isso, ao filme.



Em breves linhas: a história se passa na época da Guerra Fria, quando havia ainda a divisão da Alemanha Oriental e Ocidental. Nesse contexto, Bárbara (médica pediátrica) é enviada para o interior da Alemanha Oriental, punição por ter tentado tirar visto para a outra Alemanha, e vive sob vigilância do governo da época. Entretanto, mesmo com forte escolta, ela e seu homem (que vive no lado Ocidental) elaboram um plano para que ela saia ilegalmente do país. No hospital para o qual ela foi enviada, desconfia que André, médico também, está ali para vigiá-la e informar o governo sobre sua rotina. Então, desenvolve-se a história e as relações vão se fazendo, desfazendo e refazendo.

Essa produção alemã, com direção de Christian Petzold (que por sinal ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim 2012), é envolvente e cheia de recursos. Recursos cinematográficos que levam o público a enveredar pela situação da personagem homônima do título, trabalhando com imagem, sombra, sons e respiração muito particulares.



Desde o início da exibição, é deixado bastante claro que a situação histórica serve como fundo. Os sentimentos dela são exteriorizados, e o ambiente os reflete. Sua impaciência por sair da parte oriental, pode ser colocada junto ao som do relógio como único movimento sonoro durante cenas longas do filme. A frieza com que ela trata todos, pode ser como que o produto da repressão, do cerceamento de sua liberdade. Isso fica bastante claro no filme, bem como a sensibilidade demonstrada por ela quando com seus pacientes, implicando o quão aprazível sua profissão é, para sua construção.

Cenas escuras explicitam a tensão da época, e a agitação dos ventos que remetem ao local em movimento também são sentidos. Um ~bucolismo velado~ é percebido nas roupas e rotina interiorana.

O filme é capaz de entreter do início ao fim (em seus 105 min), e envolver o público numa reflexão – não identificação necessariamente, sobre o que se quer, e o que realmente se quer. Movimentos externos que modificam nosso interior, e quando se percebe que a mudança ocorreu.

O desfecho se faz realmente no final. Não tão imprevisível, mas simplório e de forma serena.Os olhares e expressões, sons de fundo e silêncios alternados são característicos e cabem perfeitamente na proposta. Isso me fez ficar tão sensível que chorei quando saí e vi um guri segurando um “abraço com cheiro de ~suvaquinho~ grátis” na rua. Podem julgar.

Fiquei tão envolvida que minha pipoca média (R$7,50) ficou quase intacta. QUASE. E eu adoro pipoca.



Oooooutras estreias são:

Sacrifício: direção de Kaige Chen. Clã, inimigos do clã, grávida, vingança, sacrifício, Zhao, Cheng Ying, drama.

Jack Reacher – O Último Tiro: direção de Christopher McQuarrie. Saindo de um livro para o cinema, atirador, suspeito óbvio, busca pelo suspeito-não-obvio-provável-culpado, segredo, violência, Tom Cruise, lindo, Ação.

Uma Família em Apuros: direção de Andy Fickman. Avós, netos, quadradisscçes, modernidades, infância perdida, infância buscada, infância encontrada, comédia.

A Viagem: direção de Andy Wachowski, Lana Wachowski e Tom Tykwer. Várias histórias, passado presente futuro, como uma ação pode desencadear revoluções, grande elenco, adaptação que muitos duvidavam/duvidam/tiveram confirmação/amaram/odiaram, ação, ficção científica, mistério, aventura. 

Além das Montanhas: direção de Cristian Mungiu. Amigas, monastério isolado, separação, reencontro, padre pensando que a garota tá possuída, felicidade, simplicidade, Romênia, França, Bélgica, drama.

Até logo!

Beijos iluminados na testa esfoliada.


Por: Bárbara Argenta

De: São Paulo – SP
Email: babi.argenta@gmail.com

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As Vantagens de ser Invisível

4 jan
Todo mundo sabe que ser adolescente não é fácil. É nessa época que as pessoas começam a lidar com a realidade de forma responsável e mais madura. É também a fase onde passam a entender a vida de forma mais clara.

Charlie é um garoto de 15 anos que, além de ser um calouro no ensino médio, saiu recentemente de uma crise de depressão, que ocorreu por conta do suicídio de seu melhor amigo e a morte da tia que ele mais gostava em um acidente de carro.

Ao entrar na escola, Charlie se torna um excluído, pois todas as “panelinhas” já estão formadas, e ele sente extrema dificuldade em encontrar novos amigos. Até que os meio-irmãos Charlie e Sam entram na sua vida e mostram que existe um lugar dentro da escola até mesmo para os mais “desajustados”, como eles gostam de chamar. A partir daí, Charlie parte para um mundo de descobertas sobre o amor, amizade e a vida real. 

“As Vantagens de ser invisível” é baseado no livro de mesmo nome, do autor/roteirista/diretor do filme, Stephen Chbosky e se consolidou no cenário indie com um roteiro divertido, delicado, inteligente e ao mesmo tempo, duro.

É o tipo de filme que não precisa de grandes efeitos especiais para se tornar marcante, os diálogos por si só já fazem isso, além de contar com uma trilha sonora fantástica, repleta de grandes artistas como David Bowie, New Order, The Smiths e Sonic Youth.

Bom filme!


Elenco: Emma Watson, Nina Dobrev, Logan Lerman, Paul Rudd, Ezra Miller, Mae Whitman, Melanie Lynskey, Kate Walsh
Diretor: Stephen Chbosky
Gênero: Drama
Ano: 2012


Por: Natália Farkatt
De: Natal-RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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007 – Skyfall

14 dez
Eu jurei que iria tentar escrever sobre algum filme novo, algo que estivesse em cartaz – ou about to -, mas não deu. A coisa tá feia… Bem feia. Aproveitando isso, decidi estrear minhas contribuições aqui para a Friday comentando sobre um dos filmes que mais me agradou em 2012: Skyfall.

O longa-metragem dirigido por Sam Mendes (diretor de Beleza Americana e Soldado Anônimo) é o terceiro filme com Daniel Craig no papel do agente secreto mais famoso da história, e chegou às telas com muito peso: depois do péssimo Quantum of Solace, seria necessário trazer algo mais ousado, mas ainda assim com a identidade de James Bond – o que foi perdido no filme anterior -. Some isso ao papel do antagonista ser vivido por Javier Bardem, e a crítica parecia um caldeirão, apenas esperando para ver o resultado dessa receita.
Para a alegria de todos nós, o sabor de Skyfall não poderia ser mais delicioso. E, de uma maneira breve, vou tentar explicar o porquê para vocês.

O 23º Bond-movie começa trazendo duas marcas registradas: uma sequência inicial majestosa, e uma música tema fantástica. Falo isso com certa propriedade pois nutro, em meu coração negro e gelado, um ódio imensurável por Adele e, ainda assim, o tema homônimo me surpreendeu.

Skyfall traz uma premissa simples, mas que funciona muito bem: Silva (Bardem), um antigo espião do MI-6, decide caçar M (Judi Dench, encantadora como sempre) e cabe a Bond (Craig) impedir essa ameaça. Novos personagens são colocados na trama (um deles interpretados por Ralph Fiennes), e conhecemos também o novo Q (Ben Whishaw), responsável pelo desenvolvimento de todos os aparatos tecnológicos de Bond. Aliás, o flerte do velho versus novo é constante no filme, e uma aparição muito especial de um clássico dos filmes agradam – e muito – os fãs da série. Vale comentar: Skyfall carece de uma Bond girl. Depois de Eva Green e Olga Kurylenko, é preciso admitir que vai ficar difícil passar essa tocha para frente.

Já saiu de cartaz? Já. Mas em breve o DVD sai, e você não vai se arrepender dessa compra.


Por: Lucas Baranyi
De: São Paulo – SP
Email: lucas.baranyi@gmail.com

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Estreias: ”Infância Clandestina” e eu.

14 dez
Primeiramente gostaria de mandar um beijo pra gurizada da Friday que deixou euzinha aqui com as estreias – cinema, um beijo pro motorista do ônibus que cantarolava Madonna hoje pela manhã, e um beijinho pra Xuxa, claro. É isso.



Bom, começamos hoje, aqui, nesse exato momento, mais uma colaboraçãozinha novata 2012/13: a dos comentários quinzenais sobre estreias no cinema. Comentários estes pessoais e intransferíveis da titia babi/bah/@babiargenta/+14 impublicáveis. 

Tá, não intransferíveis. Só pessoais mesmo.

A ideia é trazer informação sobre as produções independentes, hollywoodianas, bollywoodianas, outras tantas, e o que eles tem a nos oferecer. Sejam eles bons ou ruins, brasileiros ou estrangeiros, com ingressos caros ou muito caros, em cinemas agradáveis ou dividindo o espaço com fãs de RebelQUALQUER BANDA,  a gente vai dar uma assistidinha de leve pra saber o que está acontecendo com a nossa rica 7ª arte.



Começo com Infância Clandestina, uma coprodução Argentina-Espanha-Brasil, dirigida por Benjamín Ávila. A história (real, vivida pelo diretor do filme) percorre pontos da “rotina” de uma família unida por ideais, em seu retorno a Argentina durante o período ditatorial que o país enfrenta. A visão do jovem Juan/Ernesto, filho de 12 anos, é a apresentada. A família tenta mante-lo em uma rotina ~normal~ que inclui escola, namoradinhas e essas coisas de guri novo. Ao mesmo tempo, sua vida é cercada por cuidados, visto que a família (esta como instituição mesmo, é colocada todo o tempo em evidência durante o filme) é considerada ameaça por serem questionadores do governo vigente. São líderes militantes ativos, e suas ações pedem trocas de identidade, viagens camufladas, e locais seguros/escondidos. O desfecho… impressiona (no sentido literal mesmo da palavra). É lindo e impressionante. Sim.

A utilização dos grafismos, tipo HQ mesmo, em alguns momentos mais… tensos do filme, dão uma tônica que mescla a violência com as imagens de uma mente ainda jovem (apesar do histórico de vida do menino), e prende a atenção de quem assiste. Num todo a utilização desse recurso para a composição foi fundamental para constituir a sensação de quem deixa a sala após assistir o filme.

COISA LINDA. QUASE CHOREI.


Sério. Bom filme. Mesmo.


E prfv ficando até o fim dos créditos, sim?

Temos outras estreias também para estes dias.


Algumas norte-americanas, aquela coisa de Hollywood com as atrizes do tapete vermelho lindas/bem maquiadas/magras, com traços de humor e uma leveza em seus roteiros:
“A Escolha Perfeita” – Direção de Jason Moore
“Quatro amigas e um casamento” – Direção de Lesley Headland

“Na Terra de Amor e Ódio” em uma linha mais Jolie (roteiro e direção da própria Angelina Jolie, aliás) com as causas, história local, dramas regionais e paixão entre uma muçulmana bósnia e um militar sérvio. Quase fui assistir este, mas por horários não rolou. #chatiada

Amor. Rua. Marido. Uma chifradinha de leve (será? um chute apenas). Amor de novo. Canadá. Parece um bom filme pelo que li até agora… Parece bem leve também. Eis uma pedida agradável. Direção de Sarah Polley em “Entre o Amor e a Paixão” (o locutor do Vídeo Show seria a pessoa perfeita para ler isso).

“A Última Casa da Rua” é um suspense feat. terror, com direito a assassinos que moram na floresta ao lado da sua (caso você seja a adolescente Elissa), um bom bairro e sobrevivente. É dirigido por Mark Tonderai.

Em “A Sombra do Inimigo” temos mais um suspense. Rob Cohen dirige este, e trabalha com elementos investigativos na trama. Parece interessante…

E por hoje é isso, gente… 😉


Beijos de luz.



Por: Bárbara Argenta
De: São Paulo – SP
Email: babi.argenta@gmail.com

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A Estranha Vida de Timothy Green

7 dez
O que você faria se algo que você deseja muito aparecesse magicamente no jardim da sua casa? Como você lidaria com isso?

Cindy e Jim são moradores de uma pequena cidade do interior cuja principal fonte de trabalho da população é uma fábrica de lápis. Por muito tempo vieram tentando ter um filho, porém, sem sucesso. Após uma visita frustrada ao médico que cessou todas as esperanças de que um dia Cindy engravidasse, o casal resolve, por uma noite, ter um filho.

Escrevendo em pedaços de papéis características as quais gostariam que a criança tivesse, eles criam o filho que eles sempre quiseram: Honesto, doce, amável, inteligente, porém, sem ser aquele modelo de criança perfeita. Após juntar todos os papéis, o casal coloca o seu “filho” dentro de uma caixa e a enterra no jardim.

Após uma tempestade, Cindy e Jim se deparam com um menino, todo sujo de terra, dentro de sua casa. A princípio eles pensam que o garoto fugiu de casa, mas depois percebem que ele é um tanto quanto diferente pois ele tem folhas nas pernas.

A partir daí, eles formam uma família, onde Timothy não só aprende sobre a vida, mas também ensina não só aos seus pais, mas a todos na cidade lições sobre amor, auto-aceitação, bondade, humildade e o principal: a nunca desistir.

“A estranha vida de Timothy Green” passa de forma sutil e divertida, a mensagem de que as pessoas, passem elas muito ou pouco tempo em seu convívio, tem sim a capacidade de ensinar novos valores e agregar novas mudanças para você mesmo e para os outros.

Bom filme!


Elenco: Jennifer Garner, Joel Edgerton, Ron Livingston, Rosemarie DeWitt, Dianne Wiest, Michael Arden, Common, Lois Smith, Mattie Liptak, Cameron “CJ” Adams
Diretor: Peter Hedges
Gênero: Comédia Dramática
Ano: 2011

Por: Natália Farkatt
De: Natal – RN
Email: natalia@revistafriday.com.br

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