Arquivo | Geek RSS feed for this section

Review: Trine, diversão em litros!

27 dez


Hoje vou falar um pouco sobre um jogo que me encantou durante essa semana e que eu não consegui parar de jogar, terminando em menos de 10 horas. O game se chama Trine.

O jogo não é novo, foi laçado em 2009 pela Frozenbyte e disponibilizado para Windows, OS X e Playstation. A versão para Linux foi produzida pela Alternative Games e lançada em 2011 dentro de um pacote intitulado “Humble Indie bundle”.

O jogo é estilo plataforma, com elementos de ação e puzzle. Os gráficos do jogo são MUITO bonitos e, apesar de ser um game side scrolling 2D, a profundidade, as cores  e os elementos 3D são impressionantes.

Durante o jogo você controla três personagens (Zoya – Ladina, Pontius – Cavaleiro e Amadeus – Mago) e deve “revezá-los” para conseguir solucionar todos os enigmas e finalizar as fases. Cada personagem possui habilidades únicas que precisam ser utilizadas no decorrer dos desafios. Os personagens ganham experiência ao eliminar inimigos e ao apanhar garrafas de XP, ao atingir 50 pontos de XP as personagens sobem de nível e é possível melhorar suas habilidades.

O enredo do game também é bacana!  Curiosamente, as três personagens ficam presas pelo feitiço do Trine (artefato que da origem ao nome do game) e são obrigados a coexistir como uma mesma entidade. Durante o jogo, você vai guiando as personagens pelos mais diferentes cenários buscando quebrar o feitiço do Trine.

Conclusão

Trine é um jogo MUITO divertido, desafiador, inteligente e com gráficos ótimos (levando em consideração seu ano de lançamento). Recomendo a todos que gostem de jogos de plataforma com elementos puzzle e que, principalmente, queiram um pouco de diversão entre os outros jogos mais hardcores.

Notas

Gráficos 9
Jogabilidade 7 (devido alguns bugs)
Trilha musical e sonora 9
Enredo 8
Diversão 10
Replay 9

Nota final: 8.6


Por: Lucas Alves
De: São Paulo – SP
Email: lucas.a@outlook.com

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉

Anúncios

ADEUS CIVILIZAÇÃO

9 out
Olá! Está quase chegando a hora da terceira temporada de The Walking Dead, a expectativa é grande e a ansiedade beira a angústia. Qual é o segredo da série? Eu diria que são vários, alguns até variam de uma pessoa a outra, pois as mais diferentes perspectivas são abordadas, temos personagens que acima de tudo são simples figuras comuns do cotidiano como eu, você, sua namorada(o), seus pais, avós, amigos, o tiozinho da esquina, enfim, é esta afinidade que torna a série tão tensa. 


Os zumbis são meros coadjuvantes de uma história que foca muito mais na perda de algo que não imaginávamos ser tão vulnerável: a nossa civilização. A cada episódio a sociedade humana vai se perdendo, as situações extremas da série vão conduzindo as pessoas a tomarem decisões cada vez mais questionáveis, trata-se de uma questão de sobrevivência tanto externa como interna. O perigo do lado de dentro do grupo pode ser tão intenso quanto fugir de uma horda de zumbis famintos.

Na prática, The Walking Dead nos mostra como nos tornamos frágeis e dependentes.Vivemos em uma confortável e cômoda situação onde obtemos tudo que precisamos de forma prática e eficiente, temos acesso a mantimentos, medicamentos, informação, conforto, segurança, mas o que acontece quando isso nos é tirado repentinamente e somos largados a nossa própria sorte e capacidade, o que um advogado, um analista de sistemas, um entregador de pizza e uma dona de casa podem fazer diante de tudo isso? O que é que temos, fazemos ou aprendemos que de fato vai fazer diferença nesta situação? 


Eu digo que é a determinação e instinto de sobrevivência, cada passo na jornada do grupo nos leva ao encontro dos instintos mais básicos e primitivos que estavam escondidos bem lá no fundo de cada um. Fora o acúmulo da dor das constantes perdas que certamente irão estourar hora ou outra, traumatizando ainda mais os envolvidos.

Esta temporada (a terceira) reserva emoções ainda mais intensas, novamente o grupo irá  desfrutar de uma condição confortavél, tal qual na fazenda, e depois se depararão com uma nova e artificial estrutura social, uma comunidade estranhamente funcional, que se revelará ser baseada na mais antiga forma de imposição da ordem, que é a força aliada ao poder e ao medo, representada pela figura do mais novo personagem da trama, o Governador. 
Será que existe organização social em uma situação tão precária? O quê restará de civilização conforme a trama de The Walking Dead for se desenrolando?


Por: Anselmo Rodrigues
De: São Paulo – SP
Email: anselmo@revistafriday.com.br

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉

Watch Dogs

9 out
Watch Dogs é um jogo em mundo aberto no estilo GTA, desenvolvido pela Ubisoft Montreal. Será lançado em 2013 para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. Watch Dogs centra-se na habilidade do jogador se infiltrar em sistemas eletrônicos, seja para obter e controlar informação ou então para destruir esses sistemas em determinadas situações.


O argumento de Watch Dogs é construído em volta do conceito de crimes de informação, interligação de dados e o aumento do uso de tecnologia em todo o mundo — lançando a questão de “quem exatamente controla os computadores?”. 
Chicago, Illinois, é uma das muitas cidades que tem um supercomputador conhecido como “CtOS” (Sistema Operador Central). O sistema controla quase todos os aparelhos tecnológicos da cidade e contém informações de todos os residentes, bem como de todas as atividades e pode ser usado para vários fins.


A história segue com um anti-herói chamado Aiden Pearce, um hacker altamente qualificado descrito como uma pessoa que usa tanto os “punhos como a inteligência.” O vídeo mostrado na E3 2012 mostrava Aiden tentando matar um milionário, Joseph DeMarco, que havia sido injustamente absolvido por acusações de assassinato. A sequência de ação é de tirar o fôlego. O início do vídeo é um pouco lento, o personagem precisa entrar num night club e usa a tecnologia para despistar os seguranças (ele faz um “blackout” nos celulares da área), entra no night club, consegue a informação e vai buscar o alvo. Na cena seguinte, um tiroteio com cenas em “bullet time” e a missão é cumprida, quando o senhor DeMarco é eliminado.


Demo: http://www.youtube.com/watch?v=xU7WGAJPRRw

Site oficial: http://watchdogs.ubi.com/watchdogsgame/en-gb/home/index.aspx


Por: William Wilson
De: Rio de Janeiro
Email: william@revistafriday.com.br

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉

Metal Gear Rising: Revengeance

2 out
Metal Gear Rising: Revengeance leva a renomada franquia METAL GEAR num território novo e excitante, concentrando-se em fornecer uma experiência de ação totalmente nova e diferente de tudo o que veio antes.

Combinando as equipes de desenvolvimento mundiais na Kojima Productions e PlatinumGames, MGR Revengeance traz duas das equipes mais respeitadas do mundo, juntamente com um objetivo comum de proporcionar aos jogadores uma nova experiência sinérgica que combina os melhores elementos de pura ação e narração épica, tudo dentro do expansivo universo MG. 

O jogo introduz Raiden como personagem central; uma criança-soldado transformada em metade homem, metade máquina ninja ciborgue, equipada com uma katana de lâmina alta de frequência e uma alma alimentada por vingança.

No futuro próximo, a tecnologia cyborg tornou-se comum em toda a sociedade. Três anos se passaram desde o colapso do sistema dos Patriots que vinham controlando secretamente o equilíbrio de poder global das sombras.

No entanto, a paz permanece indefinida. A disseminação da tecnologia cibernética provocou instabilidade e conflito para aqueles que controlam o poder de ganho desse comércio crescente.

Além disso, a grande ‘Private Military Companies’ ou PMC (Empresas Militares Privadas), que haviam sido apoiadas e controladas pelos Patriots entraram em colapso, gerando inúmeras entidades desonestas e dando origem a organizações criminosas. Estes PMCs renegados que empregam tecnologia cyborg se tornaram cada vez mais perturbadores. 

Como membro da ‘Segurança Maverick “de manutenção da paz PMC, Raiden vive pelo mantra de proteger e salvar vidas. Mas como o mundo mergulha ainda mais numa guerra assimétrica, o único caminho que o leva para frente está enraizado na resolução de seu passado, e escultura através de qualquer coisa que está em seu caminho.

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=5SNo8h-KfAU

A série “METAL GEAR SOLID (MGS)” é um trabalho percursor do Hideo Kojima, maior criador de jogos do Japão e progenitor do gênero de jogos de ação furtiva, mundialmente conhecido como “Stealth”.

Sozinho e cercado por inimigos, até mesmo um agente das forças especiais tem dificuldades de sair com vida, este é um segredo por trás da popularidade da série. O desafio mental de descobrir como evitar o combate e adrenalina de se infiltrar no território inimigo sem ser detectado. A série MGS é também reconhecido por sua história, que se mistura de forma natural com o mecanismo do jogo. Os cenários se baseiam em extensas pesquisas e incorporam ao drama dos desenvolvimentos reais dentro da sociedade. Toda a série tem uma forte mensagem anti-nuclear, ao mesmo tempo em que captura o espírito único de diversão que define a cultura de jogos do Japão. Esses elementos tornaram MGS o que ele é hoje, um trabalho maduro de entretenimento que transcede as fronteiras nacionais e dos vídeo games, e um dos principais produtos de negócios de conteúdo japonês.



site oficial: http://www.konami.jp/mgr/


Por: William Wilson
De: Rio de Janeiro – RJ
Email: william@revistafriday.com.br

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉

A casa dos Super Heróis

2 out
E aí leitores da Friday! Calma, não sou fanático ao ponto de fazer uma matéria falando sobre a mansão do Bruce Wayne ou do Tony Stark e suas particularidades, ou sobre a decoração do apartamento da Mulher Maravilha tal qual uma revista CARAS… Na verdade eu até sou fanático ao ponto de ter esta capacidade, mas tem mulheres lendo, amigos, e prefiro não me expor taaaaaanto assim, afinal de contas não quero queimar meu filme. 

Brincadeiras à parte, a coluna de hoje será mais enxuta e trará um assunto até meio batido, mas que sempre pode vir a calhar para alguém, mesmo que dentro da simplicidade do assunto não deixa de ser uma curiosidade cultural. 

Você já teve ou ouviu a seguinte dúvida de algum amigo:
“Poxa, por que não tem o Homem Aranha na Liga da Justiça?” Ou viu o Homem Aranha junto com o Quarteto Fantástico ou com o Wolverine e se perguntou: “o quê está acontecendo?”

Humildemente então, estarei lhes apresentando a Marvel e a DC Comics, as referidas casas dos super-heróis do título da matéria. 

Então vamos lá, rápido e direto (gente, perdoem, é uma síntese simplista que não faz juz aos fatos, mas dá uma noção): 

Marvel Comics – apelidada carinhosamente de “a casa das idéias”
Chamava Timely Comics, surgiu na década de 30, seus primeiros heróis foram o Capitão América, o Namor e o Tocha Humana (que é parecido mas não é o do filme, na verdade apenas inspirou o personagem de mesmo nome que faria parte do Quarteto Fantástico). Estes três heróis garantiram uma boa estreia, mas naquela época a concorrência era bem farta e a editora não foi tão acima da média, as coisas começaram a mudar na década de 60 quando os talentos de Jack Kirby e Stan Lee se uniram para criar o Quarteto Fantástico e também quando Stan e Steve Ditko na mesma época criariam o grande ícone da empresa, o espetacular Homem Aranha. Depois, viriam Hulk, Demolidor, Homem de Ferro, Thor e os demais Vingadores. Ainda teríamos os X-Men e muitos mais, devido a empatia destes personagens a editora se tornaria um grande sucesso, ditando tendências com uma linguagem que aproximava muito o leitor do personagem, uma fórmula que “inspiraria” a concorrência. 

Nenhum dono metia muito o bedelho na Marvel, então os artistas tomavam conta do pedaço, isto aconteceria até a década de 80 quando um grande empresário agregaria uma grande parcela de ações da empresa e se tornaria marjoritário, porém, metido em outros investimentos, pegou seu lucro e simplesmente desistiu do ramo, deixando a editora mais popular da época quase quebrada e nas mãos gananciosas de seus editores, que tinham ações e dinheiro investidos na empresa. Quis o destino que os próprios heróis reerguessem a empresa, e foi através Hollywood, com filmes como Blade, Homem Aranha e X-Men, que a Marvel novamente voltou a dar imensos lucros, e por fim seria adquirida (em 2009) pela Disney, que até o momento, só interferiu positivamente, como por exemplo investindo na distribuição do recente filme dos Vingadores. 

A única coisa a lamentar é que por ceder os direitos de seus personagens a estúdios diferentes, no caso a 20° Century FOX, a New Line Cinema e Columbia Pictures, não poderemos ver os personagens juntos, como em Vingadores. O Homem-Aranha, o Demolidor, o Quarteto-Fantástico, o Motoqueiro Fantasma e os X-men não conhecerão mais nenhum outro herói dentro se seus respectivos universos cinematográficos, algo que diminui um pouco as possibilidades criativas, e joga uma água no chope de alguns fãs.

DC Comics
A antiga National Allied Publications surgiu de uma fusão de algumas editoras menores que se uniram para ter um maior alcance com as revistas do Batman, Superman, Flash, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Arqueiro Verde, dentre outros. Neste período a editora se consolidou, se tornou bem profissional e mesmo sem os criadores originais envolvidos, os personagens se mantinham bem, mesmo quando o sucesso avassalador da Marvel surgiu nos anos 60, na verdade este fator só elevou a qualidade das histórias, e tamanho sucesso no mercado despertou o interesse do grupo Warner, que em 1969 a comprou. A DC é mais simples de se entender, para saber que personagem pertence a DC, basta lembrar da Liga da Justiça, os integrantes do grupo são basicamente o bem mais valioso da empresa. 

No cinema, o filme Superman (1978) foi um grande sucesso, assim com sua sequência, abrindo caminho para o filme do Batman (1989), também um grande sucesso. Mas mesmo com uma nova série de filmes do Batman tendo feito muito sucesso recentemente, os filmes mais recentes do Superman e o do Lanterna Verde, não foram tão bem assim e atualmente a DC perde neste seguimento para a Marvel, mas depois do sucesso do terceiro filme do Batman, um novo filme do Superman será lançado, assim como aparentemente teremos um Lanterna Verde 2, se bem sucedidos, podemos acreditar que os estúdios Warner Bros buscarão mais alternativas, para quem sabe fatalmente se dar início a produção de um filme dedicado a Liga da Justiça, principalmente para rivalizar com o sucesso de Vingadores da Marvel. 


Ou seja, uma rivalidade que surgiu nas revistinhas a 70 anos, já pulou das páginas dos quadrinhos faz tempo.

Até a próxima semana.


Por: Anselmo Rodrigues
De: São Paulo – SP
Email: anselmo@revistafriday.com.br

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉

Assassin’s Creed III

25 set
Assassin’s Creed III convida os jogadores a experimentar a história não contada da Revolução Norte-Americana através dos olhos de um novo Assassino, Connor.

 


Desenvolvido por mais de dois anos, AC III leva a franquia de um dos jogos mais amados a novos patamares.

O ano é 1775. As colônias norte-americanas estão prestes a se revoltar com a Metrópole. E você é Connor, um assassino que jurou proteger a liberdade de seu povo e de sua nação. Para isso, você irá caçar seus inimigos através de um mundo estonteantemente aberto e realístico.

Você irá liberar seus talentos letais em uma busca violenta que o levará das ruas caóticas da cidade para campos de batalha cheios de sangue no deserto hostil americano e além. Você vai encontrar heróis lendários da história americana, e juntos vão conspirar para aniquilar aqueles que ameaçam a própria liberdade.


Se você usa seus instintos predatórios para matar silenciosamente, ou seu arsenal temível para matar abertamente, uma coisa é clara: o mundo que os assassinos vivem tornou-se muito mais mortal. E você também.


trailer oficial: http://youtu.be/-pUhraVG7Ow
site oficial: http://assassinscreed.ubi.com/ac3/en-us/index.aspx


Por: William Wilson
De: Rio de Janeiro
Email: william@revistafriday.com.br

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉

Hitman Absolution

18 set

  Está previsto para 20 de novembro um novo título da série Hitman – “Hitman: Absolution”.
    Detalhes da trama confirmados incluem o Agente 47 assassinando Diana Burnwood, ex-funcionária da Agência Internacional de Contratos, e o antagonista identificado como Blake Dexter, um novo personagem na série. 
     Na série, você assume o papel do Agente 47, um assassino projetado geneticamente para ser o matador perfeito. O objetivo do jogo é viajar pelo mundo matando pessoas por dinheiro.

      Você chega, “faz o serviço” e sai da cena do crime. O jogador pode escolher a forma de eliminar o alvo. Pode ser de forma furtiva, discreta ou num estilo menos sutil, atirando e sendo visto por muita gente. É divertido depois de cumprir a missão descobrir novas formas de cumprir a missão.
      A preparação para a execução também é interessante. O jogador precisa ver onde pode se esconder, como se disfarçar e principalmente como evitar as testemunhas.
     Hitman: Absolution tem uma mudança em relação aos anteriores: o modo Instinto (uma espécie de sexto sentido). Ele pode ser usado para checar a área e marcar os personagens importantes (que aparecem em amarelo) e o alvo (que aparece em vermelho). Instinto é o antigo “briefing” dos outros jogos, só que mais dinâmico.
      O modo é similar a “visão de detetive” dos jogos do Batman. Para quem não vê com bons olhos a inovação, existe um nível de dificuldade mais alto (o “old-school”), que vai agradar os jogadores mais “purista”.

      Apesar das inovações Hitman: Absolution conserva o espírito dos jogos anteriores.


“Hitman: Absolution” Cinematic Trailer http://youtu.be/0ziDZ9d2ceo


“Hitman: Absolution” Saints Trailer http://youtu.be/QQ_jhw5TuxA


“Hitman Absolution” l A Personal Contract Trailerhttp://youtu.be/lksDTRTAyZI


Por: William Wilson
De: Rio de Janeiro – RJ
Email: william@revistafriday.com.br

Você já curtiu a Revista FRIDAY no Facebook? faça como eles 😉