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“Em cima da cama, embaixo da escada” – Todo lugar é válido?

21 ago
         Há quem acredite que só vale com amor, tem quem diga que casual é um horror, mas e você, faz seja onde for?

         Muitas são as notícias de casais flagrados em situações inusitadas e constrangedoras, como fazendo sexo em um vagão de trem da CPTM, em São Paulo, ou no escorregador de parque aquático na Polônia. 


        Mas qual é o motivo que leva essas pessoas a fazer sexo em lugares tão inusitados, e acima de tudo proibidos? A excitação do “diferente” deve ter, no mínimo, influência. Há também situações menos inusitadas como transar na cozinha, na sala, na lavanderia e em outras partes das casas, o que, acredito que seja desconfortável. A cama, provavelmente, seja o lugar mais confortável, mas, às vezes, abre-se mão do conforto para sair da rotina. 

       A coluna “Planeta Bizarro” do site G1, fez uma relação de 10 locais diferentes onde casais foram flagrados: http://glo.bo/rTOMSQ

       Sexo com a pessoa certa é legal em qualquer lugar! Só não pode ser feito em local proibido, essa é e tem que ser a única regra geral, o resto é cada um, cada casal, cada par.


Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo – SP
Email: gu@revistafriday.com.br

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Virtualizando o sexo

17 jul

A Revista Friday passou por um período de abstinência sexual, mas está voltando com todo libido que se faz necessário. Nós estamos instalados na web, somos virtuais e, também por isso, o sexo virtual não pode ficar fora da nossa discussão. O sexo virtual é, basicamente, a masturbação por estímulos visuais e auditivos.


Segundo informações do UOL, o “Bate-papo UOL” é o maior serviço de chat em língua portuguesa, conta com mais de 7.800 salas, sendo grande parte delas relacionada ao sexo virtual. O sexo virtual é a evolução do telessexo, onde as pessoas, através de telefones, entram em salas de bate-papo para a excitação mútua. O prazer buscado nas práticas sexuais, digamos, mais distantes, é um tabu pouco comentado, a não ser quando famosos têm suas fotos divulgadas na rede, aí vira um fuzuê generalizado.

No sexo virtual é possível manter o sigilo da identidade, além da realização de fetiches / desejos mais inusitados, já que as pessoas estão em busca do prazer sem julgar as outras. A possibilidade do sigilo e a falta de julgamento entre os participantes, aparentemente, são os aspectos mais atrativos da prática, além do exibicionismo e o inflar dos egos.

Mas, dentre suas vantagens, surgem alguns questionamentos: Vale a pena abrir mão do contato físico? As pessoas não estão cada vez mais isoladas e escondidas atrás de computadores? Diante da divulgação de tantos materiais, o sigilo é confiável? Sexo virtual é traição?

Para os casais mais moderninhos, o sexo virtual pode ser uma pimenta na relação, já que o casal pode se expor junto em frente  a uma webcam e assim agregar outras pessoas na relação. Ou ainda consentir que o parceiro ou a parceira se exponha sozinho, trocando informações e imagens com outras pessoas, sem deixar que o ciúmes fale mais alto. Mas e quando a outra parte não concorda, ou nem ao menos sabe do que ocorre, o prejuízo para a relação pode ser fatal.


Os desenvolvedores de jogos online estão ligados no crescimento desse mercado, como a Zynga que no fim do mês de junho lançou no Facebook o jogo The Ville, onde personagens podem mater relações sexuais. O jogo é amplo e o sexo é apenas uma parte, mas que já existe. Os personagens não ficam completamente nus, nem bebês são gerados, para não chocar tanto os jogadores e dar a sensação de sexo seguro.

Por fim, podemos observar o desenvolvimento de mais uma forma de sexo. Como todas as outras o importante é fazer com consciência, fugindo dos pudores e respeitando o outro, ou os outros.


Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo – SP
Email: gu@revistafriday.com.br

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3° elemento: a pimenta que arde o olho? [+18]

22 maio
Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo, SP
Email: gu@revistafriday.com.br

“Ménage à trois”, expressão originada da língua francesa, com “moradia a três” como significado original. Utilizada para referir-se a relacionamentos entre 3 pessoas ou 2 pessoas e 1 animal.


Ouve-se, desde muito tempo, que o mais frequente desejo sexual dos homens é ter duas ou mais mulheres numa mesma transa. As mulheres, sempre sucessíveis aos preconceitos enraizados nos primórdios do machismo ainda existente, seriam condenadas apenas por sentir esse desejo, enquanto os homens levam a prática como um troféu.


Numa relação entre jovens e de início recente é mais frequente tomar conhecimento da existência do 3° elemento, cuja sua finalidade é apimentar a relação e, talvez, uma forma de realizar o desejo sexual com outro sem trair o parceiro. Mas, como bom observador, percebo que com o tempo, na maioria das vezes, existem duas opções: acabar com prática ou com o relacionamento.

O ménage, segundo a literatura erótica que encontrei na web, pode ter as seguintes formações: 2 mulheres e 1 homem; 2 homens e 1 mulher; 3 homens; 3 mulheres; ou 1 homem, 1 mulher e 1 animal, o que já vira uma zoofilia. Nas duas primeiras formações pode ou não haver o bissexualismo, essa regra é estabelecida pelo casal ou pelo calor do momento.


Fora o julgo da sociedade, o ciúme e a insegurança podem tornar o ménage um problema. A insegurança de uma das partes ou o envolvimento de outra pode acabar com o relacionamento. Então, se você pretende trazer o 3° elemento para sua relação, prepare-se para toda a insegurança que pode surgir. Acerte os ponteiros com o parceiro ou parceira, evite manter contato com o 3° elemento após a transa e aceite se a outra parte sugerir um novo ménage, mas agora com alguém que joga no seu time. Isso mesmo! Se a sua namorada aceitou outra na cama, aceite a sugestão dela de ter outro garanhão na cama.


Salientamos que o texto a seguir não tem base teórica, 
assim como não é válido para firmar a opinião da Revista Friday. 

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Casualidade x Tradicionalismo [+18]

8 maio
Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo, SP
Email: gu@revistafriday.com.br


Estamos num mundo moderno e globalizado, mas ainda convivemos com os impasses do tradicionalismo. Obviamente, muito menor que nos tempos dos nossos avôs. Esse tal tradicionalismos vem encharcado do mais puro machismo, já que é aplicado majoritariamente às mulheres, que são julgadas quando têm envolvimentos repentinos.

O sexo casual é adorado ou odiado, dificilmente existe um meio termo. São muitas as vantagens e as desvantagens. O lado bom é transar com quem e quando quiser, sem haver o compromisso, mas depois pode haver o envolvimento desmedido e a sensação de vazio.

Para os homens, o sexo casual é muito mais habitual do que para as mulheres. O homem cresce com a ideia de que tem que ser o pegador, o garanhão da história. Sair com várias mulheres é conquistar status. Para os gays é ainda mais aceitável transar com que conheceu há pouco, com as devidas exceções que existem em toda e qualquer situação.

As mulheres, de uma forma geral, crescem rodeadas de cuidados, aprendem a se defender dos homens e preferem relacionamentos sérios. As que se aventuram na casualidade são taxadas de vulgares, promiscuas e similares. Dificilmente entende-se que a mulher tem os mesmo direitos que os homens, inclusive quando se trata da vida sexual.

Não existe certo ou errado no sexo, mas quando falamos de sexo casual é importante que todas as desvantagens estejam claras. Passar a noite com uma pessoa dos sonhos e acordar sem ela pode ser traumático. Se não houver a consciência do ato, pode haver a sensação de vazio, de promiscuidade e solidão. Criar vínculo com alguém que só está interessado no casual é o maior risco.

E quando um casal resolve, casualmente, trazer um 3º elemento para a relação, 
quais as vantagens e as desvantagens?
Isso você lê na próxima semana.



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A Ninfa da Zona Sul [+18]

10 abr

Faceira, atrevida e pudica, assim é a nossa ninfa de hoje. Uma mistura de revolucionária com recatada, assim podemos indefinir a garota dos cabelos escuros e pele clara.
A Ninfa da Zona Sul perdeu a virgindade apenas aos 19 anos, mas de lá pra cá nunca mais parou. Hoje, com 21 anos, pode dizer que já fez de tudo, tudo mesmo. Sexo oral, anal e o tradicional, não dispensa nenhuma opção.
No quarto o importante é sair satisfeita e sentir que satisfez o parceiro, nada de se anular pelo outro. Tem que ser bom para os dois. E não precisa ser no quarto, pode ser nas escadas do condomínio, no banheiro… Deu brecha, deu.
Mas não é com qualquer um que a nossa Ninfa se dá ao desfrute, foram poucos os escolhidos. Todos muito bem selecionados, dedo a dedo, olho a olho, pelo a pelo. Ela gosta de caras legais e engraçados, e que não sejam horríveis, é claro.
Se ela gosta e está afim, paga até o motel. Não se sente diminuída ou usada, muito pelo contrário. Ela sabe o que quer, vai atrás e conquista! Seu máximo é de 3 relações consecutivas, e 7 durante uma noite.
A vida dela é naturalmente agitada, já que trabalha, estuda e matem diferentes ciclos de amizades, além de ter que cuidar do corpo, que é impecável.
Ah! Ela é solteira convicta, mas mantem “ficantes sérios”. Não transa na primeira noite, ao menos não até ontem. Atenção, pois ela perambula por toda a Zona Zul. Você pode conhecer e não reconhecer essa belíssima Ninfa.

A Ninfa da Zona Oeste [+18]

20 mar
Iniciamos hoje uma pequena série: “As ninfas de SP”. 
Algumas regiões, cidades, bairros e semelhantes do Estado de São Paulo 
serão representados por belas e sedutoras nas próximas semanas. 
Hoje eu lhes apresento ‘A Ninfa da Zona Oeste’.

 

Diagnosticada pela ginecologista como insaciável, a Ninfa da Zona Oeste se orgulha do diagnostico recebido e revela “O meu namorado é insaciável, mas eu sou mais”. Pra ela, vale quase tudo entre quatro paredes, e isso é o que a encaixa na coluna Sexo da Friday.
Moradora do extremo Oeste de São Paulo, a nossa personagem é magra, tem estatura média, cabelos “lisos” e um sorriso falsamente inocente. Ela perdeu a virgindade aos 17 anos, e na ocasião o namorado e ela usaram doze (DO-ZE) camisinhas. Hoje, já maior de idade, permanece com o mesmo rapaz e com apetite sexual inabalável e diz: “Homem que é homem, e que tem pegada, mama!”, e ai fica a critério da imaginação de cada um para entender.
Voltando a primeira vez, a jovem revela que aconteceu na virada do ano. O namorado e ela seguiram, após os festejos de final de ano, para um motel onde tudo se concretizou. Apesar de ter usado 12 camisinhas este não é o número de transas que aconteceram naquela noite, já que houveram as sem camisinha.
Passado o tempo, as “visitas ao parque de diversão” são quase que semanais, já que ela e o namorado trabalham durante a semana toda. Apesar disso, ela confessa que adora “fazer as brincadeiras”, e que só não faz mais por falta de tempo. E o namorado também é bem saliente, gosta de chamá-la de cachorra e de gostosa, dá uns bons tapas e está sempre a postos para mais uma rodada.

Ah, ela jura de pés juntos que não engole ou cospe, prefere não ter contato!

E então é chegada a hora de revelar a homossexualidade [+18]

28 fev
A primeira, e mais árdua, etapa da vida homossexual é a auto-aceitação. O jovem gay convive com o conflito sem poder dividi-lo com ninguém. Não há como requerer o ombro de um amigo, já que o próprio jovem ainda não entendeu que não há erros em ser gay. Nessa etapa, muitos jovens desistem e acabam se reprimindo ou dando um fim a própria vida. Seria plausível a apresentação de estatísticas para demonstrar esse índice, mas, infelizmente, no Brasil ainda não há monitoramento quanto a essa questão.

Após todas as implicações que a auto-aceitação traz, o jovem parte para a etapa de apresentação de sua verdade ao mundo. É aí que novos conflitos surgem: pessoas que não entendem a condição/opção sexual diferente e os jovens gays que não entendem o estranhamento alheio. No mundo perfeito todas as pessoas entenderiam o fato das outras terem modos diferentes de buscar a felicidade;

No entanto, hoje, no Brasil, no mundo como um todo, AINDA não é assim. É necessário entender que os pais não tem uma rápida aceitação. É normal ser feliz com pessoas do mesmo sexo, não é “normal” para as outras pessoas conviverem abertamente com isso. Indispensável é criar uma barreira, uma auto-defesa para os golpes que podem ser deferidos. Saber que possivelmente haverão rejeições é importante para que não hajam esmorecimentos ao decorrer do caminho.

Costumo dizer: você demora anos para se aceitar, não exija que os outros te aceitem tão rápido e naturalmente. Viva sem a intenção de agredir e chocar as outras pessoas. Seja feliz!

O meu nome é Gustavo Rodrigues, eu tenho 20 anos e orgulho de ser gay. Namoro com um garotão de 24 anos, mas ainda não tive a coragem necessária para contar aos meus pais. Contudo, não pretendo me abater com nada que tente barrar a minha felicidade.

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