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Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou!

17 out

            Olá lindos e lindas da Friday! Hoje eu vou falar sobre uma peça que vale muito a pena assistir. Essa vai para todas as mulheres que tem problemas com relacionamentos, que curtem comédias, que querem aprender um pouco mais, que pretendem se divertir bastante ou que reúnam todas as características. E é claro, homens também são permitidos na plateia, afinal, vocês vão acabar aprendendo um pouquinho mais sobre o universo feminino. A peça em questão é Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou!

“Eu fiquei ali, agarrada na grade, tentando fazer xixi enquanto os mosquitos me comiam viva. Mas tudo bem, vamos praticar o desapego!”


            Mônica Martelli escreveu e atua SO-ZI-NHA nessa peça e, acredite, ela faz tudo isso impecavelmente. A peça trata de um grande dilema feminino: encontrar o grande amor. Claro que nem todas as mulheres vivem por isso, mas no caso da protagonista, Fernanda, isso é quase que seu motivo para respirar. Há a crítica de certos valores e comportamentos da sociedade, mas ela é mostrada de um jeito leve e cômico.
            Fernanda é uma mulher moderna, independente e bem sucedida e tem dificuldade em encontrar um homem que saiba compartilhar dessa liberdade. Ela tem 35 anos, é jornalista formada e trabalha organizando festas de casamento. Para ela, a vida sem amor é em preto e branco. A história começa dentro do consultório de sua psicóloga, a Bete. Lá Fernanda conta todas as suas histórias e, assim, conhecemos os amores da Fê. Ela também sofre de ansiedade e isso faz com que ela ganhe um ar neurótico e muitas vezes até mesmo psicótico. 

            Ao longo da montagem, Fernanda chega a conhecer melhor um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. Uma das coisas mais legais da peça é que Mônica não sai do palco nenhuma vez! Ela usa um vestido que pode ser usado de várias formas e as mudanças temporais são feitas assim, mudando o vestido. Não é genial? Para que ela mude o vestido, há uma sutil mudança de luz, permanecendo somente as luzes de fundo acesas e, assim, podemos ver só a sombra da atriz.

            No site da atriz, podemos encontrar a descrição da peça. “Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.

            De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente [assino embaixo, surpreende mesmo!], a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças.”

            Como de costume, vou deixar aqui um vídeo relacionado à peça! Mas esse vale muito a pena ver, porque aí sim vocês vão ter ideia do que eu tô falando! 😀

            

Por: Ana Paula Cadamuro
De: São Paulo – SP
Email: anapaula@revistafriday.com.br

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