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50 tons de… do que mesmo?

9 jan
“Você confia em mim? – Sua voz é ofegante.
Faço que sim com a cabeça, os olhos arregalados, o coração saltando, o sangue latejando nas veias. Ele põe a mão no bolso da calça e tira aquela gravata de seda cinza-prateada… Com grande agilidade…”.

EPA!
Todo mundo já sabe que mulheres no mundo inteiro estão hipnotizadas pela trilogia que mescla romance e suspense ao tratar de encontros eróticos entre uma jovem recém-formada na universidade e um bilionário misterioso.

Com mais de 65 milhões de cópias vendidas, a londrina E.L. James transformou “50 tons de cinza” em uma fantasia ao universo feminino. Até quando estou no (lotado) metrô aqui de São Paulo e olho à minha volta, é possível encontrar várias mulheres com a obra nas mãos e os olhos fixos em cada página. Sem contar que Hollywood já comprou os direitos autorais da autora para lançar adaptações cinematográficas da trilogia (será um filme para maiores de 18 anos?).

É diante deste sucesso que a picante história de Anastasia e Christian ganha suas versões com frangos e bonecas Barbies, adaptação gay, vira peça musical e até é encenada pela namorada do Justin Bieber!

 

“50 tons de frango”

Um livro de receitas? Isso mesmo! Aqui a trama perde seu tom sério e parte para o humor com essa obra que ganhou até um teaser com um homem de cueca amarrando um frango para assá-lo com muita, ahn, sedução (ou tentando seduzir…). Segundo a descrição do livro pela Amazon, “Cinquenta receitas de frango, uma mais sedutora que a outra, em um livro que vai tornar qualquer jantar excitante”. Preciso dizer mais alguma coisa?

“50 tons de gay”
O público homossexual ganhou diversas releituras de “50 tons de cinza”. Famoso na internet, o thriller erótico “50 shades of gay” substitui Christian Grey por Jude Kinsalle. Partindo para paródias, no YouTube encontra-se até versões em que uma mulher encanta-se perdidamente por um milionário muito afeminado…
“50 tons de Grayscull!”

Rápida paródia em que o comediante norte-americano Jimmy Fallon uniu falas do livro “50 tons de cinza” às bocas de personagens do famoso desenho “He-Man”. (Não há o que comentar além disso após assistir o vídeo…).

“50 tons de musical”

Várias mulheres de meia-idade em um clube do livro. A partir da leitura em grupo, surgem cenas quentes. Assim inicia a peça “50 Shades! The Musical”, que já passou por Edimburgo (Escócia), Chicago e Nova York com elogios de críticos.

Mas o musical pode arrancar revoltas de alguns fãs… Isso porque, nesta adaptação, alguns detalhes diante à versão oficial foram alterados. Por exemplo, Christian tem uma barriguinha de chope!
E ah, sem contar que apresenta 11 canções que são como sátiras ao ouvido do público, como “They Get Nasty” (algo como “Eles ficam safados” em uma tradução literal) e “I F*#$!” (é, isso mesmo…).

 


“50 tons de Selena Gomez”

Com produção em maio de 2012, “50 shades of blue” é uma paródia que conta com a namorada de Justin, Selena Gomez, para dar vida à uma solitária jovem que lê “50 tons de cinza” e se apaixona por um pintor de parede. Só que… Ao contrário do sedutor Christian Grey, o pintor (interpretado pelo comediante Nick Kroll) não tem nada de charmoso e muito menos algum interesse na garota que não larga de seu pé.

“50 tons de Barbie”

Até Barbie e Ken entraram na onda da trilogia: “50 shames of Earl Grey” (o título é referente a um estilo de chá) é protagonizado pelos bonecos e tem diálogos com tom exagerado.

 

 

“50 tons de terapia”

Produzido pelo canal brasileiro Parafernalha, o vídeo trata de um casal abordando sua experiência a um psicólogo especializado em terapia de casal após lerem “50 tons de cinza”. Confira:

 

Por: Tatiane Gonsales
De: São Paulo – SP

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NecroLove

6 set

Ricardo e Letícia se conheceram na faculdade. Ambos tinham os mesmos sonhos, a mesma pretensão de se tornar médicos, enfim, o fato de estudarem juntos o mesmo curso acabou aproximando os dois de uma forma que parecia ser coisa do destino…Mas o que os tornavam um casal perfeito estava longe de ser apenas o convívio na mesma área profissional, eles tinham perversões semelhantes e fora do comum.


Começou com a primeira aula usando um cadáver, Ricardo sentou ao lado de Letícia e resolveu puxar conversa usando o defunto como assunto: “nossa, quem será este pobre coitado?” pergunta Ricardo. Letícia balança a cabeça demonstrando não saber.
“Esses defuntos de faculdade são em sua maioria indigentes cujo corpo nunca é reclamado pela família…faz a gente pensar né? Triste isso não?” Emenda Ricardo. 

Letícia apenas balançou a cabeça novamente, dessa vez em sinal positivo, mas não demonstrava estar muito interessada nesse papo…Vendo que a garota estava desinteressada, Ricardo resolve arriscar uma piada pra ver se conquistava sua atenção ou fazia tudo ir por água abaixo de uma vez: “pior que morrer sem nenhum parente vir reclamar, seria morrer e ter o rabo comido por algum tarado!”

A piada havia sido lançada! Ricardo percebeu com isso que ainda conservava da adolescência o seu talento pra dizer besteiras…Mas foi uma jogada arriscada, se a garota fosse careta, se ofenderia e sairia de perto dele, se ela fosse uma garota safadinha iria rir.

Letícia coloca a mão na boca pra segurar uma gargalhada. Estava comprovado: era uma garota safadinha. Ela não só achou engraçado como resolveu emendar com uma pergunta totalmente indecente:
“e quem transaria com esse cadáver? Você teria coragem?”
“com este não. Mas se fosse…” disse Ricardo.
“se fosse o quê?” perguntou Letícia.
“Se fosse uma MULHER.. quem sabe…”  completou Ricardo.

Tolo…Qual a chance de conseguir ficar com a gostosinha se ele solta uma dessas? Mas estranhamente, Letícia não pareceu horrorizada, pelo contrário, pareceu ficar mais interessada ainda em Ricardo depois dessa estranha revelação. Percebendo que tinha conquistado a confiança e simpatia da garota, ele continuou e começou a sussurrar baixinho no ouvido dela o que ele gostaria de fazer com um cadáver feminino. Para surpresa de Ricardo a cada descrição medonha de necrofilia que ele fazia, menos encabulada Letícia ficava, e na verdade mais excitada ela aparentava, nascia ali uma relação física e amorosa extremamente forte e doentia.

Não demorou e os dois começaram a namorar. Depois de alguns dias eles já estavam transando loucamente em suas repúblicas, eram dois pervertidos sexuais (ao menos entre quatro paredes), mas para todo o resto da faculdade e no convívio com amigos e familiares eles agiam como jovens exemplares.


Porém, essa relação não demorou a necessitar de novos fetiches, já que trepar feito animais no cio já não os satisfaziam. Depois de um mês de sexo convencional, eles queriam algo diferente, foi nesta época que Letícia revelou que o cheiro de FORMOL a deixava excitada.


Logo em seguida aconteceu o inevitável (ao menos para jovens tão tarados): eles começaram a fazer sexo dentro do necrotério da faculdade, o cheiro da morte fazia Letícia ficar toda molhadinha, ela tinha orgasmos muito mais violentos quando fazia sexo sentado numa mesa gélida, ao lado de cadáveres em decomposição, o mesmo acontecia com Ricardo que parecia se sentir  em casa, no seu banheiro, gozando feito um adolescente na puberdade.

E foi assim durante um tempo: eles transavam, quebravam alguns tubos de ensaio, mas depois limpavam tudo e saiam como se nada tivesse acontecido. Durante meses, os dois fizeram sexo incontrolavelmente dentro do necrotério e ninguém descobriu, porém, eles eram dois maníacos insaciáveis e novamente a constante necessidade de inovar seus fetiches começou a falar mais alto e foi ai que Ricardo sugeriu a ideia mais bizarra que ele poderia ter…

Em uma noite, após os últimos guardas se afastarem do campus, eles retornaram ao IML da faculdade, arrombaram a porta, abriram algumas gavetas e procuraram por corpos, corpos que fossem minimamente  limpos e atraentes, um homem e uma mulher. Ricardo teve sorte, encontrou uma defunta razoavelmente sexy,  peitinhos durinhos, provavelmente uma prostituta que morreu e foi abandonada pela família. Letícia só encontrava cadáveres de homens rústicos, barbudos e feios, a maioria mendigos, e ainda tinha o agravante de que ela sequer sabia como poderia conseguir sexo com aqueles corpos, já que um pequeno “detalhe” (o da ereção)  era difícil de ser contornado.


Ricardo descobriu o corpo da morta, subiu nela e começou a penetrá-la sem nenhum pudor; Letícia, sem muitas opções, encontrou um bisturi, decepou o pênis de um dos cadáveres e colocou rapidamente dentro de um vidro com hidrogênio líquido, fazendo-o endurecer imediatamente, usando o membro congelado para se masturbar enquanto assistia o namorado se satisfazer com a piranha morta. Ricardo então cometeu um erro: gozou lá dentro e não estava usando camisinha, e isso significava que ele havia deixado seu DNA ali. Assim os dois resolveram ir embora, antes que a situação se complicasse.

No dia seguinte os reitores da faculdade souberam que os corpos foram mexidos, de início acharam que poderia ser apenas uma brincadeira de algum estudante engraçadinho, mas a coisa começou a ficar séria quando acharam esperma dentro de um dos corpos. Ricardo de início não se importou muito, achou que se não pedissem o sêmen dele, não teriam como provar, mas ai é que ele se enganou, pois a polícia já havia comparado o sêmen encontrado na defunta com resíduos que haviam em outros locais da sala (das suas transas esporádicas) e ao contrário do que ele imaginava, TODO MUNDO sabia o que eles faziam. Então mesmo que não tivessem como provar que o sêmen era dele e com isso provar que tinham sido eles que fizeram sexo com os corpos naquela noite, o fato de transarem dentro de um necrotério já servia de prova circunstancial, algo mais do que suficiente para expulsá-los.

E assim aconteceu, eles foram afastados e tiveram seus nomes riscados do curso de medicina para sempre. Eles continuaram juntos, inventaram uma desculpa para a família e começaram a tentar viver uma vida normal.

Até uma certa noite, quando a loucura e a tentação os acometeu de tal forma que eles se viram obrigados a voltar na faculdade,  arrombar novamente o necrotério e ter nem que seja pela última vez, uma suruba de cadáveres para saciar suas taras maníacas.

Mas o que eles não esperavam é que o local tivesse sua segurança reforçada. Eles foram pegos com a mão na massa e prestes a consumar o ato novamente, a polícia foi acionada e para evitar a humilhação, eles tentaram fugir desesperadamente. Entram no carro, mas na fuga Ricardo dá de cara com uma viatura,  pisa no acelerador e acaba batendo, fazendo Letícia espatifar seu crânio contra o painel.

Agora não era mais um simples caso de perversão sexual, Letícia estava morta e ele levaria a culpa pelo assassinato. Assombrado pelo desespero, Ricardo foge do local e desaparece na escuridão.

Na mesma noite, no meio da tristeza das famílias na delegacia diante de tal tragédia, outra coisa bizarra acontece: o corpo de Letícia é roubado. 

Longe dali,  no frio e silêncio da madrugada, em uma construção abandonada, vemos um homem currar violentamente um corpo sem vida, uma garota de pele alva cabelos vermelhos ondulados. A penetração traz um misto de êxtase e tristeza, Ricardo sente-se em parte mal (e até enojado) pelo que está fazendo com quem há poucas horas era a mulher amada, mas outra parte dele se sente viva…pela primeira vez em sua vida.


Por: Blood Mary
De: Inferno
Email: blood_mary@revistafriday.com.br

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No Bar Sujo em 1987

31 ago
A história de uma garota gostosa que teve um fim trágico.
Foi em um barzinho de New Jersey, no Réveillon de 1987. Ela estava lá, trabalhando com seu uniforme de garçonete: avental, saia justa e um belo decote, deixando a vista boa parte de suas lindas pernas e seus deliciosos seios. Ela queria juntar dinheiro para melhorar de vida, pagar um curso superior talvez…
Já depois da meia-noite, estando ali já a bem mais tempo do que deveria, já não tinha mais paciência pra aguentar ser incomodada pelos bêbados que a chamavam de gostosa e cada bandeja de pedidos que ela entregava, era obrigada a sentir as mãos sujas daqueles bêbados nojentos em seu corpo. Mas pelo menos dessa forma, ela ganhava uma grana extra.
Mesmo se sentindo desejada por todos os homens, ela havia se cansado daquilo tudo e estava exausta. A gota d’água foi quando um palhaço (literalmente – ele trabalhava de palhaço) lhe jogou em cima da mesa, passou a mão em sua bunda e arrancou sua calcinha fio dental, jogando-a para todos os outros caras do bar, demonstrando tamanha escrotice que um amigo que estava com ele, cujo apelido era “Blondie” e tinha um amor platônico pela garçonete, resolveu defendê-la. Resultado: os dois saíram no tapa, quebraram umas garrafas, e moça tirou o avental soltou um “pra mim chega!” e foi ao banheiro se trocar pra enfim sair daquele inferno e poder voltar pra casa.
Mas ela não voltou.
Na manhã seguinte ela foi encontrada: MORTA, violentamente estuprada e cheia de marcas de facadas pelo corpo…

 O assassino? Bem, 25 anos se passaram e ninguém sabe ainda…
Poderia ser o sujeito medonho vestido de palhaço, querendo terminar a investida grosseira, e a apunhalado quando essa se negou à satisfazê-lo?
Poderia ser o Blondie? Que apesar de ter boas intenções, estava tão bêbado quanto os amigos e poderia ter se irritado com uma rejeição, já que devia achar que seu ato de bondade deveria ser recompensado?
O dono do bar que não aceitou a garota deixá-lo sozinho no meio daquele caos?
Ou algum personagem que deixamos de fora? Alguém que já poderia ter alguma história com a moça e provavelmente a queria morta por algum motivo?
Suspeitos não faltam, já que a garçonete costumava fazer horas extras no banheiro, pagando deliciosos boquetes para os que estavam menos chapados e dispostos a pagar mais pelo serviço, ou então nos fundos do bar, sentada na mesa deixando alguém chupar seus peitos.
Esta é apenas uma introdução. Nas próximas semanas vamos retomar este caso de inúmeros ângulos, levantar inúmeras hipóteses, com todos os detalhes sórdidos…
E não há ninguém que queira mais do que eu, resolver este mistério.
Afinal..
Eu era a garçonete.

Por: Blood Mary
De: Inferno
Email: blood_mary@revistafriday.com.br

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“Em cima da cama, embaixo da escada” – Todo lugar é válido?

21 ago
         Há quem acredite que só vale com amor, tem quem diga que casual é um horror, mas e você, faz seja onde for?

         Muitas são as notícias de casais flagrados em situações inusitadas e constrangedoras, como fazendo sexo em um vagão de trem da CPTM, em São Paulo, ou no escorregador de parque aquático na Polônia. 


        Mas qual é o motivo que leva essas pessoas a fazer sexo em lugares tão inusitados, e acima de tudo proibidos? A excitação do “diferente” deve ter, no mínimo, influência. Há também situações menos inusitadas como transar na cozinha, na sala, na lavanderia e em outras partes das casas, o que, acredito que seja desconfortável. A cama, provavelmente, seja o lugar mais confortável, mas, às vezes, abre-se mão do conforto para sair da rotina. 

       A coluna “Planeta Bizarro” do site G1, fez uma relação de 10 locais diferentes onde casais foram flagrados: http://glo.bo/rTOMSQ

       Sexo com a pessoa certa é legal em qualquer lugar! Só não pode ser feito em local proibido, essa é e tem que ser a única regra geral, o resto é cada um, cada casal, cada par.


Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo – SP
Email: gu@revistafriday.com.br

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Virtualizando o sexo

17 jul

A Revista Friday passou por um período de abstinência sexual, mas está voltando com todo libido que se faz necessário. Nós estamos instalados na web, somos virtuais e, também por isso, o sexo virtual não pode ficar fora da nossa discussão. O sexo virtual é, basicamente, a masturbação por estímulos visuais e auditivos.


Segundo informações do UOL, o “Bate-papo UOL” é o maior serviço de chat em língua portuguesa, conta com mais de 7.800 salas, sendo grande parte delas relacionada ao sexo virtual. O sexo virtual é a evolução do telessexo, onde as pessoas, através de telefones, entram em salas de bate-papo para a excitação mútua. O prazer buscado nas práticas sexuais, digamos, mais distantes, é um tabu pouco comentado, a não ser quando famosos têm suas fotos divulgadas na rede, aí vira um fuzuê generalizado.

No sexo virtual é possível manter o sigilo da identidade, além da realização de fetiches / desejos mais inusitados, já que as pessoas estão em busca do prazer sem julgar as outras. A possibilidade do sigilo e a falta de julgamento entre os participantes, aparentemente, são os aspectos mais atrativos da prática, além do exibicionismo e o inflar dos egos.

Mas, dentre suas vantagens, surgem alguns questionamentos: Vale a pena abrir mão do contato físico? As pessoas não estão cada vez mais isoladas e escondidas atrás de computadores? Diante da divulgação de tantos materiais, o sigilo é confiável? Sexo virtual é traição?

Para os casais mais moderninhos, o sexo virtual pode ser uma pimenta na relação, já que o casal pode se expor junto em frente  a uma webcam e assim agregar outras pessoas na relação. Ou ainda consentir que o parceiro ou a parceira se exponha sozinho, trocando informações e imagens com outras pessoas, sem deixar que o ciúmes fale mais alto. Mas e quando a outra parte não concorda, ou nem ao menos sabe do que ocorre, o prejuízo para a relação pode ser fatal.


Os desenvolvedores de jogos online estão ligados no crescimento desse mercado, como a Zynga que no fim do mês de junho lançou no Facebook o jogo The Ville, onde personagens podem mater relações sexuais. O jogo é amplo e o sexo é apenas uma parte, mas que já existe. Os personagens não ficam completamente nus, nem bebês são gerados, para não chocar tanto os jogadores e dar a sensação de sexo seguro.

Por fim, podemos observar o desenvolvimento de mais uma forma de sexo. Como todas as outras o importante é fazer com consciência, fugindo dos pudores e respeitando o outro, ou os outros.


Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo – SP
Email: gu@revistafriday.com.br

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3° elemento: a pimenta que arde o olho? [+18]

22 maio
Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo, SP
Email: gu@revistafriday.com.br

“Ménage à trois”, expressão originada da língua francesa, com “moradia a três” como significado original. Utilizada para referir-se a relacionamentos entre 3 pessoas ou 2 pessoas e 1 animal.


Ouve-se, desde muito tempo, que o mais frequente desejo sexual dos homens é ter duas ou mais mulheres numa mesma transa. As mulheres, sempre sucessíveis aos preconceitos enraizados nos primórdios do machismo ainda existente, seriam condenadas apenas por sentir esse desejo, enquanto os homens levam a prática como um troféu.


Numa relação entre jovens e de início recente é mais frequente tomar conhecimento da existência do 3° elemento, cuja sua finalidade é apimentar a relação e, talvez, uma forma de realizar o desejo sexual com outro sem trair o parceiro. Mas, como bom observador, percebo que com o tempo, na maioria das vezes, existem duas opções: acabar com prática ou com o relacionamento.

O ménage, segundo a literatura erótica que encontrei na web, pode ter as seguintes formações: 2 mulheres e 1 homem; 2 homens e 1 mulher; 3 homens; 3 mulheres; ou 1 homem, 1 mulher e 1 animal, o que já vira uma zoofilia. Nas duas primeiras formações pode ou não haver o bissexualismo, essa regra é estabelecida pelo casal ou pelo calor do momento.


Fora o julgo da sociedade, o ciúme e a insegurança podem tornar o ménage um problema. A insegurança de uma das partes ou o envolvimento de outra pode acabar com o relacionamento. Então, se você pretende trazer o 3° elemento para sua relação, prepare-se para toda a insegurança que pode surgir. Acerte os ponteiros com o parceiro ou parceira, evite manter contato com o 3° elemento após a transa e aceite se a outra parte sugerir um novo ménage, mas agora com alguém que joga no seu time. Isso mesmo! Se a sua namorada aceitou outra na cama, aceite a sugestão dela de ter outro garanhão na cama.


Salientamos que o texto a seguir não tem base teórica, 
assim como não é válido para firmar a opinião da Revista Friday. 

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Casualidade x Tradicionalismo [+18]

8 maio
Por: Gustavo Rodrigues
De: São Paulo, SP
Email: gu@revistafriday.com.br


Estamos num mundo moderno e globalizado, mas ainda convivemos com os impasses do tradicionalismo. Obviamente, muito menor que nos tempos dos nossos avôs. Esse tal tradicionalismos vem encharcado do mais puro machismo, já que é aplicado majoritariamente às mulheres, que são julgadas quando têm envolvimentos repentinos.

O sexo casual é adorado ou odiado, dificilmente existe um meio termo. São muitas as vantagens e as desvantagens. O lado bom é transar com quem e quando quiser, sem haver o compromisso, mas depois pode haver o envolvimento desmedido e a sensação de vazio.

Para os homens, o sexo casual é muito mais habitual do que para as mulheres. O homem cresce com a ideia de que tem que ser o pegador, o garanhão da história. Sair com várias mulheres é conquistar status. Para os gays é ainda mais aceitável transar com que conheceu há pouco, com as devidas exceções que existem em toda e qualquer situação.

As mulheres, de uma forma geral, crescem rodeadas de cuidados, aprendem a se defender dos homens e preferem relacionamentos sérios. As que se aventuram na casualidade são taxadas de vulgares, promiscuas e similares. Dificilmente entende-se que a mulher tem os mesmo direitos que os homens, inclusive quando se trata da vida sexual.

Não existe certo ou errado no sexo, mas quando falamos de sexo casual é importante que todas as desvantagens estejam claras. Passar a noite com uma pessoa dos sonhos e acordar sem ela pode ser traumático. Se não houver a consciência do ato, pode haver a sensação de vazio, de promiscuidade e solidão. Criar vínculo com alguém que só está interessado no casual é o maior risco.

E quando um casal resolve, casualmente, trazer um 3º elemento para a relação, 
quais as vantagens e as desvantagens?
Isso você lê na próxima semana.



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